Pole Dance: Dança do Poder

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Pole Dance: Dança do Poder (2021)
Strip Down, Rise Up
Média do filme: 3.3 de 5 — baseado em 51 votos
MÉDIAFILMOW
3.3
51 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Michèle Ohayon
Data de lançamento 5 Fev. 2021 Outras datas
Duração 102 min (1h42)
Classificação indicativa de Pole Dance: Dança do Poder: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

5 Fev. 2021

Duração

102 minutos Classificação indicativa de Pole Dance: Dança do Poder: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
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Sinopse

Mulheres de todas as idades e etnias tentam curar traumas do passado relacionados à própria imagem. Em um potente curso de pole dance artístico, elas aprendem mais sobre o corpo, a vida e o progresso da autoestima.
Através do estilo de dança sensual, compreendem sua própria beleza como única no mundo, aprendendo a se expressar sem medo. O curso promete ajudá-las na vida pessoal, trabalhando aspectos internos e externos em busca do bem-estar

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Sacrifício | Trailer Legendado

Sacrifício

Comentários 4
amigos querem ver
jadecristina
Jade Cristina
4 anos atrás

O que eu amo no filmow é que aqui, somos pessoas sem grande necessidade de fazer críticas cinematográficas como um repórter ou sem a intenção de parecer um grande conhecedor de todo o mundo do cinema — pelo visto isso tá mudando e, sinceramente, que saco. Mas vamos pro meu comentário:

Eu comecei o filme sem imaginar que eu ia chorar com ele, como mulher, eu fiquei muito emocionada de ver como todas aquelas mulheres pareciam tanto umas com as outras, como aquilo ali era normal,aquela dor, tão normal, como somos embaladas em dor, em desapego, em trauma, e não notamos. E quando todo nosso eu míngua, a gente só nota quando acaba o amor próprio, o tesao, a vontade de olhar no espelho. E somos ensinadas a pensar que isso vem com a idade. Que aos poucos as mulheres vão realmente perdendo o tesao por completo.

E no pole, encontraram o link ideal entre des-demonizar uma sexualidade aberta e também um círculo de outras mulheres REAIS e sem merda nenhuma de fingir que não sentem aquilo, que não tem uma dor.

Foi muito bom e satisfatório ver que não foi uma caminhada em linha reta para nenhuma delas, as vezes você começa a tentar se curar e descobre muito mais traumas dentro de si do que só os que você achou que existia, e eu acho que a beleza é essa.

Você está constantemente se curando. E só viu isso tudo como um comercial realmente quem é um homem e acha que aquilo ali foi mercadoria de troca. Não precisa entrar no programa daquela mulher pra começar essa jornada. Não precisa ser no pole. Pode ser qualquer coisa. Pode ser um skin care ou um clube do livro.

marciosallem
Cinema com Crítica
½
5 anos atrás

Algumas vezes, este documentário equivale a um comercial do método S Factor criador por Sheila Kelley, que ensina a equilibrar-se e dançar no poste enquanto também funciona como forma de terapia para mulheres que precisam retomar o controle de suas vidas. Nestes instantes, é só natural perguntar-se se a narrativa é genuinamente preocupada com as mulheres ou com o serviço vendido, e permanecer com o gosto amargo de não saber responder esta dúvida.

Noutros momentos, entretanto, a narrativa é eficiente em revelar o empoderamento a partir da retirada dos postes das casas noturnas, onde são meros instrumentos para objetificação do corpo feminino, e incluí-los nos estúdios e lares para serem ressignificados pela sua apropriação. A sensualidade é consequência da liberdade em retirar o olhar masculino da equação e ter somente o da mulher reconectando-se com o próprio corpo, aceitando quem é e descobrindo que é capaz de fazer o que não imaginava ser possível.

A partir do mosaico de mulheres e suas questões individuais que precisam ser enfrentadas e vencidas, a narrativa serve ao fim de evidenciar o processo de transformação (será se esta é necessária, pergunto-me?) e de autoconhecimento que é resultado de treino e esforço físico, mas também de confiança e amor próprio.

aes-senpai
Adriano
5 anos atrás

Do ponto de vista cinematográfico, ela segue caminhos convencionais. As mulheres contam suas histórias não apenas durante o treinamento, mas também diretamente para a câmera. Ela traz outros contadores de histórias com a dançarina e ex-atriz pornô Amy Hazel e Jenyne Butterfly, que é conhecida entre outras coisas pelo Cirque du Soleil. O mundo da pole dancing é mostrado aqui em sua amplitude, além do círculo do S-Factor. Esta extensão faz sentido, é claro, mas às vezes tira o foco do grupo sobre o qual este filme é essencialmente. Seus membros e seus sofrimentos estão sempre em primeiro plano, mas o verdadeiro processo de transformação torna-se uma das muitas vertentes de ação. Bastaria concentrar-me nele para sublinhar a mensagem do filme. Os momentos mais emocionantes são aqueles em que as mulheres se abrem no grupo, às vezes desabam em lágrimas e encontram consolo nesta sala, que já se tornou um refúgio do mundo. Surge um pouco a sensação de que Ohayon não confiaria totalmente em suas fotos. Em vez disso, as mesmas afirmações são frequentemente repetidas. Independentemente da sua importância, com uma duração de pouco menos de duas horas, cansa em alguns locais.
Basicamente Strip Down, Rise Up se tornou um documentário interessante - especialmente para quem nunca teve contato com o assunto. E apesar de toda a tragédia que o percorre, no final das contas também funciona como um filme honesto e alegre.

marianaduraesf
Mariana
5 anos atrás

Quantas vidas um homem pode estragar?

von_mantova
Vitória Mantovani
5 anos atrás

Comecei a assistir pensando "legal, vou aprender umas coisas novas" (faço poledance tem 2 anos), e terminei chorando pela quinta ou sexta vez. Quando você como mulher ousa fazer algo que o patriarcado julga como "coisa de puta", você se pega num turbilhão de dúvidas e se sente sozinha, mas essas dúvidas somem assim que você entra em contanto com a barra e a solidão vai embora quando suas amigas torcem por você todas as vezes que você consegue realizar um movimento. Desde que eu comecei, ouvi coisas que não queria ouvir sobre isso, opiniões que eu podia ter ido dormir sem saber, mas assistido esse documentário eu me senti tão acolhida, como se toda loucura e ousadia em começar a fazer poledance tivesse valido a pena. E todas as questões que são levantadas aqui precisam ser debatidas, toda mulher tem o direito de se sentir a mulher mais sexy do mundo.

Ps. Homens, sejam como os homens que aparecem nesse doc, por favor.

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