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Data de lançamento
17 Julho 2004Duração
Ray Steam é um jovem inventor que recebe de seu avô, pelos Correios, uma estranha bola de metal conhecida como Steam Ball. Esta incrível invenção comporta uma nova espécie de energia, que tem a capacidade de suprir uma nação inteira. Ao tentar proteger a esfera da inescrupulosa Fundação O'Hara, Ray descobre aos poucos os fantásticos poderes que a bola possui.
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Steampunk obrigatório!
A única coisa que se salva em Steamboy é a qualidade da animação e da linda ambientação vitoriana cyberpunk, mas isso já era esperado vindo do mesmo diretor de Akira. Todo o resto é uma explosiva catástrofe.
A historia é simplesmente incompreensível. O roteiro é megalomaniaco e uma bagunça de acontecimentos e eventos. Akira também tem esses mesmo problemas, mas pelo menos compensa com grandes protagonistas. Isso é algo que não acontece em Steamboy. Não existe um personagem memorável, agradável ou interessante nesse filme.
Ray Steam é como uma encarnação passada de Tetsuo na era vitoriana sem nada que o faz unico e interessante.
Scarlett OHara é provavelmente a pior mocinha que já vi em uma animação. Ela abusa de animais, o que por si só já torna a tarefa de se simpatizar com ela uma tarefa hercúlea, mas o filme sequer se esforça para torna-la mais simpática a medida que o tempo passa. Ela começa desagradavel e termina desagradável, sem zero desenvolvimento de personagem, o que a faz uma vilã, mas o roteiro assume que ela é a mocinha da história, o que é desconcertante.
Enquanto isso, tudo o que acontece em volta é desinteressante com personagens desinteressantes, enquanto algo está explodindo ao fundo.
O filme é um primor técnico, com nítida influência do Katsuhiro Otomo na construção de uma estética steampunk coesa e ao mesmo templo complexa através de cidades vitorianas, máquinas fantásticas e paisagens bucólicas. É também notável o tanto de estudo que entrou nessa construção, desde os mecanismos de maquinário a vapor até a moda e o urbanismo londrino do século XIX. Mas tudo desmorona no enredo, que não passa de uma monótona, típica e até irritante jornada de herói: o menino salvador e idealista, a pirralha geniosa da mesma idade, o papai brilhante e maldoso, o capitalista sem escrúpulos, e por aí vai em um sem fim de irrelevâncias. Dormi três vezes, e me questiono se de fato valeu assistir ao filme todo ou se eu poderia tão somente ter visto um compilado de suas sequências mais impressionantes.
Que trabalho LINDO de animação, cada frame é uma peça artística... uma pena que tenha uma história tão chata impossível de ser assistida. Talvez chapado, no mudo, só pra ver o desenrolar das cenas... que trabalho!!!
Que tortura. Muita ponta solta,a personagem da Scarlett é tão chata que em vez de ficar com raiva dela dá raiva é do roteirista,longo demais,cansativo,dava pra cortar uma meia hora de cenas inúteis fácil,perde tempo demais com cena sem importância e não termina de desenvolver as coisas que começa. Nem os personagens nem a história cativam,fiquei torcendo pro filme acabar logo. Preferia levar um tiro em vez de assistir essa porcaria de novo.