Vi por acaso sem nenhuma pretensão... e que curta! Um dos melhores curtas que pude ver ultimamente, bem melhores dos que aqueles que concorrem aos Oscar do cinema, aqui há uma tensão já de início, a se começar pelo título, nada leve, e a trama não linear é bem montada, com uma fotografia que consegue transpor um cenário usual em um lugar interessante, tudo é bem pensado; há cada detalhe que não me passou despercebido e que já avisam um teor politicamente e artisticamente considerável de quem está pro trás do curta, como; o poster de Deus e o Diabo na Terra do Sol de Glauber Rocha, as camisas de dois personagens, uma com a tela "O Sono" de Salvador Dalí e outro com uma camiseta das FARC-EP (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia–Ejército del Pueblo).
De começo a trilha já anuncia a intensidade e causa tensão por entrar tão abrupta, e tão logo somos acomodados com uma cena bem imersiva e lisérgica, que logo irrompe numa sequência que alcança uma tensão ainda maior conforme cada ato. A não-linearidade introduz uma narrativa ainda mais provocante e instigante. E há a reflexão todo sobre certos tabus, sobre certos desejos de todos brasileiros e, alfim, ainda há a fagulha de humanidade que nos une e uma retenção moral que nos abdica de pensar uma coisa e agir conforme outra. Sensacional. Pena ser desconhecido... ou não.
Vi por acaso sem nenhuma pretensão... e que curta!
Um dos melhores curtas que pude ver ultimamente, bem melhores dos que aqueles que concorrem aos Oscar do cinema, aqui há uma tensão já de início, a se começar pelo título, nada leve, e a trama não linear é bem montada, com uma fotografia que consegue transpor um cenário usual em um lugar interessante, tudo é bem pensado; há cada detalhe que não me passou despercebido e que já avisam um teor politicamente e artisticamente considerável de quem está pro trás do curta, como; o poster de Deus e o Diabo na Terra do Sol de Glauber Rocha, as camisas de dois personagens, uma com a tela "O Sono" de Salvador Dalí e outro com uma camiseta das FARC-EP (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia–Ejército del Pueblo).
De começo a trilha já anuncia a intensidade e causa tensão por entrar tão abrupta, e tão logo somos acomodados com uma cena bem imersiva e lisérgica, que logo irrompe numa sequência que alcança uma tensão ainda maior conforme cada ato. A não-linearidade introduz uma narrativa ainda mais provocante e instigante. E há a reflexão todo sobre certos tabus, sobre certos desejos de todos brasileiros e, alfim, ainda há a fagulha de humanidade que nos une e uma retenção moral que nos abdica de pensar uma coisa e agir conforme outra. Sensacional. Pena ser desconhecido... ou não.
Sonho de vários brasileiros!
Bem legal, bom elenco. Boa história!
"e quem não queria?"