Um rosto suspenso na escuridão. Três vozes se alternam. O passado fragmentado. Memórias se confundem, se entrelaçam, se sobrepõem, numa tentativa proustiana de recuperar um tempo perdido. Qual tempo? A infância, talvez. Algo se perdeu. Ou esse algo nunca existiu? O abandono, a solidão, o vazio estiveram sempre lá? Se não há memória a resgatar, é possível ainda a redenção?
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