Uma guerra de baixa intensidade está sendo travada nas ruas da Europa e o alvo é o fascismo. Este documentário criticamente aclamado nos leva por trás das máscaras dos militantes chamados de antifascistas.
Em 2013, um grupo de nazis armados atacam uma manifestação pacífica em Estocolmo, onde muitas pessoas foram feridas. Na Grécia, o partido neonazi Aurora Dourada se torna o terceiro maior nas eleições, e em Malmo o ativista Showan Shattak e seus amigos são atacados por um grupo de nazis com facas e ele termina em coma.
Neste retrato dos antifascistas na Grécia e na Suécia, nos fazem conhecer figuras chave que explicam seus pontos de vista sobre políticas radicais, mas também nos levam a questionar o nível de sua própria violência e militância.
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Nada demais! Apenas mais um capítulo da UTOPIA MODINHA (século 21) de ambos os lados.
Em relação aos tais antifascista, com certeza teve o patrocínio do globalista George Soros. O mesmo que investe na campanha de feminizar a Europa; em relação aos neonazistas, um bando de otários com frustração sexual.
O que esse documentário me apresentou de novo... Realmente NADA!!
1 - Destruir seus slogans
2 - Não permitir que eles aterrorizem as ruas
3 - Você não permite fascistas terem presença nas instituições e organizações da sociedade civil, você não permite que eles entrem nos sindicatos, no clube cultura, no meio musical, nos jogos de futebol. Porque se você permitir que eles apareçam por lá, você os legitima, você não discute com eles, você diz "Você é um inimigo, eu não aceito sua existência"
Vale a pena assistir como complemento de estudo e informação o documentário: Não Vivamos Mais como Escravos (2013) do Yannis Youlountas.
Os 2 docs se complementam, dialogam... e a gente consegue compreender a existência, organização, autogestão e resistência do Bairro grego chamado Exárchia.
Deviam filmar um desse no Nazil.
Não passarão!