Chaplin é um porteiro, e quando ouve "To Charles With Love", logo imagina que a canção é para ele, dedicada pela rica Edna, que o esnoba totalmente. Assim, Chaplin sonha em roubar um banco para atingir o nível da amada.
Esses curtas dirigidos e atuados por Chaplin são ótimos. Só de pensar que foram feitos antes de 1920 e são bem melhores do que muita coisa de comédia que é feita hoje em dia, ressalta ainda mais como o Charles Chaplin era gênio.
Apesar de um início que remete ao antigo estilo das gags, aqui Chaplin começa a brincar com o espectador e fortalecer as características do Vagabundo que ficaram famosas nos longas, trazendo aquela alegria melancólica de ter sofrido tanto e mesmo assim insistir em seguir adiante. É interessante ver como ele manipula o espectador no início ao mostrar o personagem entrando em um banco e abrindo a caixa forte, te fazendo se perguntar se no final de contas o Vagabundo na verdade não é rico e apenas sai à rua disfarçado, até que mostra que está fazendo isso somente para pegar o esfregão. Ele sabe desse efeito no espectador, tanto que mostra esse trecho sem pressa nenhuma. De modo semelhante, também manipula o espectador no final quando quase aplaudimos o heroísmo.
Esses curtas dirigidos e atuados por Chaplin são ótimos. Só de pensar que foram feitos antes de 1920 e são bem melhores do que muita coisa de comédia que é feita hoje em dia, ressalta ainda mais como o Charles Chaplin era gênio.
*** (Bom)
Sempre espero uma desilusão amorosa do Carlitos mas
tudo sendo um sonho me pegou
Apesar de um início que remete ao antigo estilo das gags, aqui Chaplin começa a brincar com o espectador e fortalecer as características do Vagabundo que ficaram famosas nos longas, trazendo aquela alegria melancólica de ter sofrido tanto e mesmo assim insistir em seguir adiante.
É interessante ver como ele manipula o espectador no início ao mostrar o personagem entrando em um banco e abrindo a caixa forte, te fazendo se perguntar se no final de contas o Vagabundo na verdade não é rico e apenas sai à rua disfarçado, até que mostra que está fazendo isso somente para pegar o esfregão. Ele sabe desse efeito no espectador, tanto que mostra esse trecho sem pressa nenhuma. De modo semelhante, também manipula o espectador no final quando quase aplaudimos o heroísmo.
Visto em 12/10/22
Outro filme emocionante. Mas Carlitos, tadinho, só sofre :(