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Faço parte do seleto grupo de pessoas que considera que Star Wars nunca teve um filme ruim. De verdade. Considerando que a saga aborda um universo praticamente infinito, com diversos planetas, raças e personagens, o que eu gosto de ver é como esses personagens vivem e fazem suas coisas, mesmo que não tenha um grande conflito político, uma guerra ou algo assim.
E Mandalorian e Grogu tem bem este aspecto em que não está focado na grande trama principal da saga Skywalker, bem como não está fazendo nada para ajudá-la, como em Rogue One, mas sim tendo um universo próprio, separado, com pequenas missões que se interligam até o desfecho final. Acabou sendo uma das coisas mais agradáveis ver Grogu fazendo suas coisinhas em um cenário bem ao estilo Muppets e, por mim, ficaria extensas horas somente acompanhando ele e seus amigos em miniatura.
É um filme para se divertir, como Star Wars foi pensado desde o início.
Sendo um fã da música dos anos 60/70, acaba sendo inevitável para mim me unir ao grande grupo dos tiozões que costuma dizer que não existe mais artista bom hoje em dia. Mas, por sorte, volta e meia temos uma Billie Eilish que acaba sendo uma exceção, uma artista que está preocupada em cantar sua verdade, escrever as próprias músicas sem delegar a função a terceiros, produzir seu disco no quarto com seu irmão e se preocupar com os mínimos detalhes do show. Tanto que por isso acabei enfrentando um longo festival, cheio de bandas que nunca ouvira falar (e algumas que até me arrependi de ter conhecido) unicamente para vê-la.
E aqui toda esse energia de mostrar um show de vários pontos de vista (do público, da equipe embaixo do palco, dos músicos de apoio e da própria artista), é algo fascinante, realmente fazendo o máximo para que todos possam ter acesso ao que é uma tour sua. Confesso que por diversas vezes até quis que o pessoal não cantasse tanto para que eu conseguisse focar mais nesses detalhes que, no 3D, apareceram de forma realista e impecável.
Ponto negativo: Os momentos de entrevista acabaram tendo perguntas muito rasas, talvez pela pressa com que tudo foi gravado. Para o fã, muitas das respostas já eram conhecidas.
P.S.: Quando saí do cinema só pensei "Realmente era impossível fazer esse show no Brasil"
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Oi Davi, tudo certinho?
Quando O Bebê de Rosemary encontra a Operação Cavalo de Troia (esse só quem leu a saga toda para entender).
Me surpreendeu positivamente, apesar de ser incômodo o grande número de jump scares, ele tem uma história interessante o suficiente para nos fazer ficar até o final e entender todo aquele universo e o que vai acontecer com cada um dos personagens.
Claro que poderia ser um pouco melhor, principalmente se o filme se esforçasse para que acreditássemos desde o início na teoria do convento ou, ao menos, que o considerássemos algo acolhedor, subvertendo essa figura na sua metade final. Pelo fato de o filme mostrar tudo já sob uma ótica bizarra ficamos o tempo todo desacreditando de cada um dos personagens, somente esperando o momento em que irão se revelar.