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Data de lançamento
13 Nov. 1967Duração
Abronsius, é um professor universitário especialista em vampiros que decide ir até a Transilvânia, no coração da Europa Central, acompanhado de seu fiel discípulo Alfred, que, infelizmente, é bem medroso. Abronsius, tem como objetivo aprender sobre vampiros e combatê-los, se possível, mas os fatos tomam um rumo inesperado e vão de encontro aos objetivos do professor.
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A Dança dos Vampiros é um filme bem diferentão sobre o tema e foge completamente das narrativas mais tradicionais. Apostando sempre em uma mescla de terror e comédia, tendendo mais para o segundo, o roteiro ,que também teve participação do diretor Polanski, tem seus altos e baixos, mas o ponto mais negativo é o ritmo, que infelizmente se arrasta em alguns momentos.
Os espectadores que buscam filmes do gênero de vampiros deveriam passar um pouco longe desse, vale mais a pena para aqueles cinéfilos que querem se aprofundar na filmografia de Roman Polanski.
*** (Bom)
Sinceramente, A Dança dos Vampiros não funcionou para mim nem como paródia, nem como filme de terror, tampouco como comédia. O ritmo é arrastado, as piadas raramente funcionam e a atmosfera de horror nunca chega a assustar de fato. O único motivo que torna o filme suportável é Sharon Tate, que aparece relativamente pouco, mas ainda assim é o que a produção tem de melhor a oferecer, linda em cena e responsável pela lembrança mais marcante do longa. Há também alguns momentos cinematograficamente interessantes, como a cena do baile dos vampiros, que é visualmente impactante, mas ainda assim muito pouco para sustentar a fama de “clássico” que o filme carrega. No fim, fica mais como uma curiosidade dentro da carreira de Polanski do que uma obra que realmente mereça a reverência que alguns lhe dão.
02.05.1996
Filme mais diferente que vi do Polanski, é uma sátira aos filmes da Hammer, a clássica história do drácula de Bram Stoker, só que de um jeito mais bizarro e engraçado, exagerando nos clichês, temos o próprio diretor interpretando o auxiliar do Dr ''Van Hellsing'', que parece mais o Doutor Chapatin do Chespirito, esse filme tbm é lembrado por ser o último trabalho da Sharon Tate.
Que delícia de filme. Novamente seguindo a linha do humor, finalmente aqui Polanski resolve os problemas de suas obras anteriores do gênero, como Armadilha do Destino.
Assim, mesmo contando a história desses personagens de uma maneira não convencional e por vezes até meio non-sense, ele se preocupa o suficiente em apresentá-los de uma maneira que nos importemos com eles, que seus erros aumentem o suspense necessário à trama ao invés de passarmos a torcer contra.
Ainda, mesmo que algumas piadas não funcionem o texto é tão bem escrito que a sua falha não prejudica o andamento da história, parecendo algo natural naquele ambiente.
E o que impressiona é que o filme é muito competente nas suas escolhas. Os cenários são perfeitos, os efeitos são convincentes e até a própria maquiagem, mais carregada, faz o completo sentido nesse ambiente de referência às grandes obras do terror, com figurinos pomposos e cores chamativas.
E mesmo quem nunca viu Sharon Tate na vida ou desconhece sua história acaba ficando hipnotizado pela atriz.