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Junior Jackson (Jerry Lewis) é o tímido filho único de Jack "Terremoto" (Eddie Mayehoff), uma lenda do futebol americano. Temendo que Junior seja um fracasso como desportista, seu pai contrata Bill Baker (Dean Martin), um grande jogador, para treiná-lo e fazer dele um homem. Porém, Junior se mostra muito inseguro, o que dificulta tudo, mas independente de qualquer pagamento Baker se torna amigo de Junior e decide fazer qualquer coisa para que ele supere suas limitações.
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Fiquei impressionado em como esse filme funcionou comigo, a ponto de me ver chorando em diversos momentos. Não é uma comédia, mas sim um drama com alguns momentos de alívio cômico. É interessante a forma como trazem o Jerry Lewis com o personagem cativante de seus papeis anteriores, sendo visível no personagem todo o afeto e respeito que tem por seu pai, a bondade em seu coração em discursos como o de ser veterinário, e corrigem todos os problemas com Dean Martin dos outros três filmes: ele deixa de ser aquele sujeito arrogante, que menospreza Jerry. Há a rivalidade, sim, mas ambos são amigos e você acredita nessa amizade.
Traz a psicologia para o cinema, algo que ainda era pouco utilizado, talvez com o caso mais notório sendo Quando Fala o Coração, de Hitchcock, lançado 6 anos antes, e tem bons usos para explicar as doenças psicossomáticas e introversões. Claro que, da mesma forma como nos filmes anteriores, ainda acaba falhando por não trazer algumas punições a certos personagens, mas ainda assim o resultado geral é delicioso, um dos filmes para levar para a vida.
P.S.: A Boneca Anabelle original aparece no quarto de Terry.
Não é um dos melhores da icônica dupla, mas esse "O Filhinho do Papai", cumpre a boa proposta de entreter o expectador. Divertido e só.
Tá mais pra drama... Aqui o Jerrry Lewis é um cara todo traumatizado que quer orgulhar seu pai, que é um cara super chato, por isso vai fazer a faculdade e jogar no time do pai, mas claro que só dá coisa ruim, no fim vc acha que o pai
vai pedir desculpas, mas o filho que perde os traumas depois de fazer o time de futebol americano escolar campeão
Não, esse filme não é comédia. Não houve risos. Apenas um drama familiar. Bom filme.
Mais uma comédia divertida e nem tão conhecida da dupla de comediantes, realizada em preto e branco. Este é um dos dois filmes da dupla Dean Martin e Jerry Lewis em que o esporte faz parte do argumento: neste daqui, o futebol americano; no filme Sofrendo da bola (53), o esporte seria o golfe. Impossível ficar indiferente
diante de um rapagão magrelo e desajeitado, com óculos de fundo de garrafa, aparelho nos dentes e viciado em remédios, como no caso de Junior Jackson, que vive com seus pais e é convencido pelo pai autoritário a frequentar uma universidade, onde o amigo Bill Baker o vai ensinar a ser um jogador e "homem" de verdade.