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Data de lançamento
30 Set. 2020Duração
Nova York, 1968. Um grupo de amigos gays se reúnem para comemorar um de seus aniversários, mas tem a noite interrompida quando o colega de quarto potencialmente enrustido do anfitrião aparece sem ser convidado, desenterrando verdades secretas e feridas antigas.
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Um bom filme pra discutir diversas formas de estigma internalizado.
Se alonga demais em alguns momentos,quebra o clima em algumas boas sequências no drama e explora pouco alguns personagens que renderia bem mais.No final é um bom programa sobre amizade e descobertas.
>Assistido em 02 de Fevereiro de 2025
Isso mais parece uma encenação de teatro do que propriamente um filme. Não é ruim, mas repetitivo.
Pra quem conhece Ryan Murphy (diretor, escritor de filmes e séries, inclusive deste filme) sabe que ele as vezes parece com os escritores de novelas da globo que sempre colocam os mesmos atores para interpretarem os mesmos papéis, só muda o texto. Para efeito de informação, os dois focos de Ryan são: Gays e morte. Sim, não tem uma produção dele que não envolva temática lGbt (em específicos homens gays) e matança, muita matança. Parece uma paixão e dá muito dinheiro. Agora falando do filme em questão, MDS, mais de 1h de cenas dentro de um quarto com 8 gays trocando farpas e um hétero de Taubaté aguardando o momento exato pra dar o bote. O texto é muito bom (e isso Rayn Murphy sabe fazer muito bem), mas a monotonia do roteiro é um saco. Não vou falar sobre as atuações porque já vi esses atores em outras produções e parece que tudo se repete, mas vou pontuar o figurino que é impecável.
É incrível como você terminou de assistir e no fim se dá conta de que passou quase o tempo todo do filme dentro de um único cômodo, pois passa o tempo todo afiado nas caras e bocas de todos e na história que se passa. Nuances e visões diferentes na casa de uma pessoa que não entende nem a si mesma, pesado!
O Anjo Exterminador II