Amor e ódio. Isso é Bukowski. A forma mais tranquila que achei para assistir, foi assistindo aos poucos. Não tive vontade de assistir tudo de uma vez pq se torna cansativo e até chato. nos fins de semana, sempre vejo 3 ou 4 entrevistas e assim vou conhecendo um pouco mais do velho Buk
Foi um sofrimento sem fim conseguir assistir isso até o final. Qualquer artista falando sobre sua própria arte ou vida pessoal acaba sendo um saco. O Bukowski fala tanto de pessoas que se refugiam em alguma religião, por medo, mas ele mesmo não consegue encarar a câmera sem um copo de bebida na mão. E quanto mais bebe mais chato fica, como todo mundo. E pra finalizar esse espetáculo de vergonha alheia, temos tudo isso sendo conduzido pelas perguntas do Barbet Schroeder(!), que parecerem formuladas por uma criança.
Como escritor na escrita de Obras como Misto-Quente e Mulheres,etc. Não há o que se opor. Leitura que envolve e faz querer ler até o final. Como pessoa é triste saber que foi um admirador de Idi Amim (ditador da Uganda) e Hitler (o maior lixo que pisou na Terra) que vergonha... Como qualquer pessoa sensata, me desapontei muito ao ouvir esses trechos da entrevista do mesmo. Confira e opine *__*
Tive a sensação de que algumas perguntas são um pouco forçadas e o proprio Bukowski fica tentando formular uma resposta interessante e acaba divagando sem ser muito objetivo. Como ele mesmo diz numa delas: me pergunte sobre bebidas e mulheres. Perguntar pra um cara antissocial e que sempre deixou claro seu desinteresse pelo mundo e as pessoas se a humanidade tem salvação é perda de tempo. Tem otimos momentos, alguns nem tanto.
"The more I think of humanity, the less I want to think of them."
Amor e ódio. Isso é Bukowski.
A forma mais tranquila que achei para assistir, foi assistindo aos poucos. Não tive vontade de assistir tudo de uma vez pq se torna cansativo e até chato. nos fins de semana, sempre vejo 3 ou 4 entrevistas e assim vou conhecendo um pouco mais do velho Buk
Foi um sofrimento sem fim conseguir assistir isso até o final. Qualquer artista falando sobre sua própria arte ou vida pessoal acaba sendo um saco. O Bukowski fala tanto de pessoas que se refugiam em alguma religião, por medo, mas ele mesmo não consegue encarar a câmera sem um copo de bebida na mão. E quanto mais bebe mais chato fica, como todo mundo. E pra finalizar esse espetáculo de vergonha alheia, temos tudo isso sendo conduzido pelas perguntas do Barbet Schroeder(!), que parecerem formuladas por uma criança.
Como escritor na escrita de Obras como Misto-Quente e Mulheres,etc. Não há o que se opor. Leitura que envolve e faz querer ler até o final. Como pessoa é triste saber que foi um admirador de Idi Amim (ditador da Uganda) e Hitler (o maior lixo que pisou na Terra) que vergonha... Como qualquer pessoa sensata, me desapontei muito ao ouvir esses trechos da entrevista do mesmo.
Confira e opine *__*
Tive a sensação de que algumas perguntas são um pouco forçadas e o proprio Bukowski fica tentando formular uma resposta interessante e acaba divagando sem ser muito objetivo. Como ele mesmo diz numa delas: me pergunte sobre bebidas e mulheres. Perguntar pra um cara antissocial e que sempre deixou claro seu desinteresse pelo mundo e as pessoas se a humanidade tem salvação é perda de tempo. Tem otimos momentos, alguns nem tanto.