Dr. Hohner, um médico do Vienna Royal Theatre assassina sua esposa devido a um ciúme obsessivo. Dez anos mais tarde, uma jovem cantora da ópera, tem sua voz muito parecida com sua falecida esposa, o que o faz querer que ela não cante pra mais ninguém, exceto ele, e para isso, ele é capaz até de silenciá-la.
Este filme foi pensado para ser uma sequencia do grandioso O Fantasma da Ópera, de 1942, mas devido a vários problemas, inclusive a não participação de Claude Rains, foi lançada como uma história isolada e foi um fracasso de bilheteria.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Thriller de horror indicado ao Orcar de melhor direção de arte e decoração de interiores em cores. Os créditos afirmam que o longa é baseado na peça de mesmo nome de Edward Locke (1869-1945), embora o enredo tenha pouca conexão com a peça do escritor. Este filme é a refilmagem de O desfecho (30), sobre uma jovem italiana quer se tornar uma grande cantora de ópera. Embora ele estivesse aparecendo em filmes há 25 anos, este lançamento de 1944 foi o 1° filme colorido de Boris Karloff (1887-1969).
Na seqüência do ensaio em que Angela Klatt perde a voz ao ver a doutor Friedrich Hohner, ela fecha a boca uma fração de segundo antes que a reprodução de sua voz pare. Este filme foi filmado nos sets luxuosos criados para O Fantasma da Ópera (43) em uma tentativa de recuperar o grande orçamento do filme. O conjunto de ópera foi construído para o original O Fantasma da Ópera (25), estrelado por Lon Chaney, e este conjunto extraordinário ainda existe no lote da Universal Studios. No trailer original, Susanna Foster (1924-2009), a estrela de O Fantasma da Ópera (43), recebeu o maior faturamento. No filme em si, Boris Karloff recebe o maior faturamento.
Tecnicamente bem feito, mas mortalmente entediante. Visualmente suntuoso, mas cuja estória é uma concha vazia. Uma boa oportunidade desperdiçada. A idéia pode até ter sido boa mas, infelizmente, o roteiro não entregou o esperado, tornando-se um filme de horror rotineiro, sem clima e tedioso. Talvez tenha sido um dos mais fracos filmes de Boris Karloff. O que se salva são alguns bonitos números musicais, a fotografia e algumas músicas cantadas da soprano Angela Klatt, o que é muito pouco.
Inicialmente, este filme seria uma sequência do excelente Fantasma da Ópera (1943), mas a história é isolada e portanto, não faz sentido fazer comparações. Clímax contém uma boa premissa, mas demora engrenar, e quando o faz, abusa de elementos vistos em outros musicais da época. Quem for esperar um filme terror, vai perder tempo e se decepcionar. Embora ele se apresente como terror, não há sequer uma cena que cause medo ou que seja chocante. Clímax é mais um suspense psicológico misturado com o gênero musical, que vale mencionar que na década de 40, esse gênero era amplamente dominado com obras grandiosas. Apesar de não considerar este filme do mesmo patamar que O Fantasma da Ópera, ele rende bons momentos e agrada em seu ato final. Clímax foi indicado ao Oscar de Melhor Direção de Arte.
Filme no estilo "O fantasma da Ópera" com o astro do terror Boris Karloff em uma atuação de gala, o que por si só já vale uma conferida. Apesar de ter sido um fracasso na época e estar longe da qualidade de outras versões do fantasma da ópera, ainda é uma boa diversão.
Quase dormi nesse filme, fica só na cantoria, terror que é bom msm, quase zero, pra um personagem de maluco homicida o Boris ficou muito mal aproveitado...
Pensado pra ser uma sequencia da versão de O Fantasma da Ópera com Claude Rains, The Cimax ganhou uma versão própria, mas bem chatinha. O grande Boris Karllof parece deslocado o tempo todo, e o que mais se aproveita do filme mesmo são as belas apresentações da ópera e poder ver o cenário mais antigo de Hollywood na ativa (sim, o cenário da ópera de Paris existe até hoje na Universal, desde sua construção para a versão muda de O Fantasma da Ópera com Lon Chaney).