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É suspeito chamar The Drifter (2009, Taylor Steele), de um filme de surf, é mais sobre experiências pessoais do surfista profissional Rob Machado, que o surf em si.
Seguimos Rob em uma viagem para a Indonésia, em busca de paz interior, respostas e de surf claro. Cansado de sua vida pública, Rob decide desaparecer e viver como um sem-teto, apenas acampando em lugares desertos e surfando em praias sem crowd.
O filme descreve o bom relacionamento entre o homem e a natureza, Rob narra seus sentimentos e descobertas, e se vê cada vez numa vida selvagem, totalmente isolado da civilização, apenas surfando e escrevendo.
As cenas de surfe não irão decepcionar os telespectadores surfistas, enquadramentos em lindas cenas, enquanto Machado mostra performances impressionantes em tubo sensacionais ao longo das sessões.
Com um pouco de inspiração 'George Greenough do Crystal Voyager, The Drifter parece "Into The Wild" misturado com surf.
Uma pequena obra-prima, às vezes melancólico, com belas paisagens, comédia leve e uma surf soul de primeira classe. Merece estar na mesma liga de "Endless Summer Riding Giants" e pode ser apreciado não só por Rob ou fãs de surf.
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''Eu pensei que estando isolado ficaria com a mente em paz, mas agora eu percebo que são as pessoas em torno de nós que acrescentam nossas vidas.''
"Já não sei o que posso chamar de casa, mas se eu tivesse que escolher, seria o oceano... pra quem quer ter um enconto com a imensidão da Vida mediado por surf soul.
tudo nesse filme é incrivelmente lindo!
"We dream of the perfect wave, the perfect job, the perfect house, the perfect love, and when we get there, we dream of something else, and the journey goes on."
Como a própria sinopse diz, é uma versão de Into The Wild com algumas tomadas a mais de surf.
A profundidade e carga sentimental de The Drifter é notavelmente menor do que a do semelhante. No entanto é suficiente pra refletir como nos prendemos a coisas que às vezes não são necessárias para nós.
Fiquei com inveja das experiências que Rob passou, porque eu realmente gostaria de poder viajar pelo mundo e vivenciar certas coisas que o meio que estou não me proporciona.
No final, claro, a mensagem que deixa é exatamente a mesma de Into The Wild, que por mais que achemos que temos tudo que necessitamos, sempre estaremos buscando por "algo mais". Que estar só também não é uma solução para os problemas.