Um longa que narra uma noite, no final da década de 50, de um grupo de índios nativos norte-americanos de 20 e poucos anos que deixou a vida na reserva para viver em Los Angeles, Califórnia. De estrutura documental e semiamadora, o roteiro foi montado a partir de entrevistas com os personagens reais que são atores indígenas. Porém, estes, gradualmente alcoolizados, perdem a autoconsciência enquanto bebem e socializam, culminando numa festa regada à percussão no Hill X, com vista para o centro da cidade. Lançado em 1961 e sem distribuidor, o filme caiu na obscuridade, sendo restaurado em 2008 e entrando para o rol do Registro Nacional de Filmes dos EUA por ser "cultural, histórica ou esteticamente" significativo. Retratando um mundo real, há algo singular e específico sobre essas pessoas e a cultura que criaram em seu tempo e lugar, como se fosse um híbrido fascinante de arte e vida. Triste e lindo.
Parece uma versão menos poética e mais documental de Once Were Warriors, do Lee Tamahori, só que com os descendentes indígenas dos EUA e não da Oceania.
Um longa que narra uma noite, no final da década de 50, de um grupo de índios nativos norte-americanos de 20 e poucos anos que deixou a vida na reserva para viver em Los Angeles, Califórnia. De estrutura documental e semiamadora, o roteiro foi montado a partir de entrevistas com os personagens reais que são atores indígenas. Porém, estes, gradualmente alcoolizados, perdem a autoconsciência enquanto bebem e socializam, culminando numa festa regada à percussão no Hill X, com vista para o centro da cidade. Lançado em 1961 e sem distribuidor, o filme caiu na obscuridade, sendo restaurado em 2008 e entrando para o rol do Registro Nacional de Filmes dos EUA por ser "cultural, histórica ou esteticamente" significativo. Retratando um mundo real, há algo singular e específico sobre essas pessoas e a cultura que criaram em seu tempo e lugar, como se fosse um híbrido fascinante de arte e vida. Triste e lindo.
Parece uma versão menos poética e mais documental de Once Were Warriors, do Lee Tamahori, só que com os descendentes indígenas dos EUA e não da Oceania.
Interessante pela proposta semi-documental e crítica mas possui um desenvolvimento um bocado enfadonho.