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Data de lançamento
22 Nov. 2019Duração
Situada em Londres em um futuro próximo, a história se passa ao redor da família de Lawrence Hatfield, o criador da tecnologia de The Feed. Difundido na sociedade, o aparato é implantado próximo ao cérebro das pessoas, permitindo-lhes compartilhar informações, emoções e memórias instantâneas.
A esposa de Hatfield, Meredith, é a CEO da poderosa companhia que comanda o The Feed, enquanto seu filho possui uma relação hesitante com o pai e é casado com uma americana que questiona os perigos de as pessoas estarem constantemente online. A partir do momento em que usuários começam a cometer assassinatos, os membros da família passam a se afastar enquanto tentam controlar as consequências desastrosas da tecnologia.
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Uma pena não terem renovado, uma segunda temporada viria perfeitamente a calhar.
The Feed é uma série muito boa sobre distopia, e não é sobre uma realidade muuuito distante, acredito que até 2050 poderemos experimentar a tecnologia apresentada na série. A história é muito bem desenvolvida, personagens bem aprofundados, então da pra ter empatia e até desprezo por certos personagens, a filmagem da série é muito boa, e a trama não é muito parada, infelizmente foi cancelada na 1º temporada, mas acabou boa.
Uma grata surpresa!
Comecei sem muitas expectativas, mas fiquei presa, devorando tudo.
Os últimos dois episódios são um menos interessantes, embolados e acabam perdendo um pouco o tom mas, mesmo assim, não perde de todo o fio da meada e dá para seguir adiante.
É excelente? Não.
Existem séries melhores com temas similares? Sim.
Aguardo a próxima temporada... Estou curiosa com a conclusão.
Que série doida, mas se bem que isso realmente pode acontecer em algum momento no futuro né.. a série trata de algo potencialmente interessante mas sinto que faltou alguma coisa.
Ai gente, por favor! A série é brilhante, auto explicativa e um desejo de assistir todos os episódios um atrás do outro para ver os desfechos.
De fato, irrita muito a falta de responsabilidade com a bebê, sempre alguém diferente cuidando e isso me incomodou muito mas, ainda que série, responderam nos últimos episódios com “agora ficaremos todos juntos”, numa súplica mesmo.
Os personagens não bons, chegam a dar raiva, apostaram em alguns nomes e a série tem o seu destaque no elenco. Mas tive a impressão que o personagem principal queriam que fosse um “Adam Scott”.
Spoiler:
Os furos, que ao meu ver, realmente não tiveram
Explicação plausível era querer vender para um país que ganha com o turismo de desconectividade, mas percebe-se que ali, havia interesses políticos e por pelo menos 7 meses a 2 anos, não se veria mais a Meredith, justamente pelo olhar de Sen deu dentro do elevador.
Foi explicado por algum Hakeado, que “os mortos” se alimentavam da própria Fonte, então sim, deveriam desligar a fonte mas achavam impossível por haver muitas empresas conectadas juntas, como luz, banco…
Tom, de alguma maneira, agora é “todas as pessoas” e o comando dado para ser Bom e Ajustado as todas questões, a partir de agora não será mais. Resta saber o quanto poderá segurar seus ímpetos.
Kate, que foi a pior mãe de todas as séries, decide sangrar no meio do Caos, sendo que o mais plausível seria Tom buscá-la por lá no hospital, onde a havia deixado.
Ben, egocêntrico mais autêntico de todo seriado, fez muita raiva a série toda e serviu para causar caos em quase todos os episódios.
Gil, ao meu ver, era o outro filho de Meredith do qual Lawrence deixou no ar que ela teria filhos, não ele, que só tinha um. mas para não aumentar o recurso discursivo, resolveram terminar a história dele daquele jeito mesmo….
A galera revolucionária ficou chateada pq Kate ficou triste e sumiram do mapa, até a Velhinha, que não se conectava, a fazendeira, sumiu….
Apesar de tudo, Adoraria ter um segunda temporada!
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