Xie An Zhen was happily married with one daughter until her husband cheated on her with her cousin. And the ensuing divorce became a battle of love and wits.
Não sei pq, mas me coloquei em posição de assistir de modo muito sério esta novelinha e não via a hora do momento da descoberta. Ocorre que, o que importa é o processo/jornada e não o objetivo. Foi nesse meio tempo que entendi que trair não é sobre quem é traído, mas sobre quem trai, sobre estar "cansado", sobre ter a necessidade de preencher um suposto vazio que a pessoa sente. Confesso que assistir essas partes do Rui Fan me intrigava muito pq, praticamente ele é culpado pelas ações e intenções, mas sobre seus sentimentos eu não conseguia entender do pq ele ter feito o que fez! - uma esposa "perfeita" (pois não era troféu, como atualmente chamamos, e não vivia modelando pela casa), era uma dona de casa, cuidava da filha e ainda cuidava do marido e dos assuntos dele - e é justamente essa ideia = ele, uma pessoa que era rebelde (flashback dele com a Ai Lin) e decidiu se reprimir por conta dos pais, casou com uma moça submissa, amável e prestativa, e aí, vendo uma moça desabrochando, impulsiva e "ousada" (tá mais pra abusada), sentiu a falta da adrenalina.
Só que ao falar da Wein En, eu sinto vontade de MORRER, pq eu me estressei muito e já queria quebrar tudo, principalmente quando maltratou duas vezes o gato dela e - NÃO DUVIDO - que foi ela que matou o gato. Bem, ocorre que, NÃO sou profissional na área, MAS Wein En sofria de dependência emocional, possivelmente depressão, até cogitei bipolaridade e demais outras condições mentais = tudo por conta dos pais que não quiseram ter responsabilidade INICIAL com ela; pq HOJE, pensamento MEU, é muito difícil perdoar e aceitar que seus pais erraram contigo e não te dar os elementos mais importantes numa relação familiar: amor e atenção, houve momentos em que a Wein En tinha comportamentos tão absurdos que eu pensei que uma hora a novelinha ia virar uma série sobre crimes, pq ela estava por um fio de cometer um. Achei de certa forma muito rápida a aceitação dela sobre a realidade dela, mas é bom assim mesmo, que assim o ser humano deixa de sofrer mais e passa a se aceitar como é. Só não sei como ficou a situação do filho dela, espero que não sofra tbm.
Sobre os velhos da novelinha: não gostava dos comentários de nenhum, a sogra só humilhava, a mãe insistia na continuidade do casamento mesmo o dela também ter sido um FRACASSO... Acredito que não é só da cultura deles isso, aqui no Brasil isso é predominante também, muitas vezes pelos filhos, mas acredito que tudo exige um sacrifício, uma hora as crianças crescem e etc... Mas quem quiser preservar o seu, que preserve.
Lan Tie se ela não te quer, eu quero. Achei uma BOSSSTA ela não ter ficado com ele, mas eu entendi que é sobre passar um tempo só, uma fase de autoconhecimento e também para aproveitar a fase em que ela ainda está. Isso compreendi completamente, mas queria que ele aceitasse tbm que ela não quer, não queria ver esse bofe sofrer não...
No mais, só não dou uma super nota pq tem MUITOS problemas técnicos como: microfone baixo; sem diminuição do ruído do ambiente; músicas em excesso o tempo todo e (as vezes) mal posicionadas... Fora outros que só quem vê vai saber.
Não é só sobre traição, inocentes e culpados. É sobre força de vontade, valorização de si mesmo, compaixão, generosidade, sobre o perdão e o amor, principalmente o amor de mãe. Mostra que a frase: "Só damos valor depois que perdemos", faz jus. E que a vida é doce e o futuro mais doce ainda. Eu indico. Vale muito a pena assistir, é uma lição de vida.
Ali tem uma mãe que era o escudo da filha, que protegeu a família. Tem uma mãe de família, uma dona de casa que se tornou (se transformou? se descobriu? se redescobriu em uma mulher forte e destemida). E fez ela perceber que ela podia ser uma profissional, mulher e uma mãe e nenhuma função anulava a outra. Tem um marido que largou dez anos com a família por uma amante. E que só depois de perder tudo percebeu que aqueles dez anos foram os mais preciosos e os mais felizes da sua vida. Tem um cunhado que teve escapadas no casamento, mas ao lembrar da sua família, da sua esposa ele recuava sempre. E ao ver o que ocorreu no casamento do cunhado soube valorizar a sua mulher. Eu esperei todos os tipos de xingamento, desabafos (sobre o quanto ela foi generosa, acolheu ela quando ninguém mais o fez, ter alimentado ela e o quanto ela foi egoísta, má, sem escrúpulos, e que roubou o marido dela debaixo do teto deles), tapas e puxões de cabelo, só que a esposa traída não o fez, ao contrario mostrou compaixão, deu suporte e conselhos e ainda pediu desculpas para a amante pela unica agressão (da raivinha na hora que ele ajuda a amante e você chora junto com a esposa vendo aquilo). É "engraçado" o fato da amante ter conseguido o que queria e mesmo assim não estava satisfeita. Ela descobriu que tinha motivos para ser assim. Quase que se da para ter pena dela, quase. A cena do hospital pra mim foi a mais egoísta que poderia ter tido. E depois de tudo que ela passou ela poderia ter desistido da vida, ter sido amargurada, infeliz, rancorosa. E no final depois de tempos passados e pensados ele se recorda o que significou aqueles 10 anos, e a mulher mostra o quanto ela é e foi forte, determinada e segura de si mesma ao dizer que ela não pertencia mais aquele passado. E ela precisava daquela conclusão para conseguir amar novamente.
Terminei agora mesmo e estava tão ansiosa pra comentar que já estava com o computador aberto antes mesmo de começar o episódio.
Não sei pq, mas me coloquei em posição de assistir de modo muito sério esta novelinha e não via a hora do momento da descoberta.
Ocorre que, o que importa é o processo/jornada e não o objetivo. Foi nesse meio tempo que entendi que trair não é sobre quem é traído, mas sobre quem trai, sobre estar "cansado", sobre ter a necessidade de preencher um suposto vazio que a pessoa sente. Confesso que assistir essas partes do Rui Fan me intrigava muito pq, praticamente ele é culpado pelas ações e intenções, mas sobre seus sentimentos eu não conseguia entender do pq ele ter feito o que fez! - uma esposa "perfeita" (pois não era troféu, como atualmente chamamos, e não vivia modelando pela casa), era uma dona de casa, cuidava da filha e ainda cuidava do marido e dos assuntos dele - e é justamente essa ideia = ele, uma pessoa que era rebelde (flashback dele com a Ai Lin) e decidiu se reprimir por conta dos pais, casou com uma moça submissa, amável e prestativa, e aí, vendo uma moça desabrochando, impulsiva e "ousada" (tá mais pra abusada), sentiu a falta da adrenalina.
Só que ao falar da Wein En, eu sinto vontade de MORRER, pq eu me estressei muito e já queria quebrar tudo, principalmente quando maltratou duas vezes o gato dela e - NÃO DUVIDO - que foi ela que matou o gato.
Bem, ocorre que, NÃO sou profissional na área, MAS Wein En sofria de dependência emocional, possivelmente depressão, até cogitei bipolaridade e demais outras condições mentais = tudo por conta dos pais que não quiseram ter responsabilidade INICIAL com ela; pq HOJE, pensamento MEU, é muito difícil perdoar e aceitar que seus pais erraram contigo e não te dar os elementos mais importantes numa relação familiar: amor e atenção, houve momentos em que a Wein En tinha comportamentos tão absurdos que eu pensei que uma hora a novelinha ia virar uma série sobre crimes, pq ela estava por um fio de cometer um. Achei de certa forma muito rápida a aceitação dela sobre a realidade dela, mas é bom assim mesmo, que assim o ser humano deixa de sofrer mais e passa a se aceitar como é. Só não sei como ficou a situação do filho dela, espero que não sofra tbm.
Sobre os velhos da novelinha: não gostava dos comentários de nenhum, a sogra só humilhava, a mãe insistia na continuidade do casamento mesmo o dela também ter sido um FRACASSO... Acredito que não é só da cultura deles isso, aqui no Brasil isso é predominante também, muitas vezes pelos filhos, mas acredito que tudo exige um sacrifício, uma hora as crianças crescem e etc... Mas quem quiser preservar o seu, que preserve.
Lan Tie se ela não te quer, eu quero. Achei uma BOSSSTA ela não ter ficado com ele, mas eu entendi que é sobre passar um tempo só, uma fase de autoconhecimento e também para aproveitar a fase em que ela ainda está. Isso compreendi completamente, mas queria que ele aceitasse tbm que ela não quer, não queria ver esse bofe sofrer não...
No mais, só não dou uma super nota pq tem MUITOS problemas técnicos como: microfone baixo; sem diminuição do ruído do ambiente; músicas em excesso o tempo todo e (as vezes) mal posicionadas... Fora outros que só quem vê vai saber.
a mãe daquela protagonista sonsa um cu cagado viu
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sonsinha
Não é só sobre traição, inocentes e culpados.
É sobre força de vontade, valorização de si mesmo, compaixão, generosidade, sobre o perdão e o amor, principalmente o amor de mãe. Mostra que a frase: "Só damos valor depois que perdemos", faz jus.
E que a vida é doce e o futuro mais doce ainda.
Eu indico. Vale muito a pena assistir, é uma lição de vida.
Ali tem uma mãe que era o escudo da filha, que protegeu a família.
Tem uma mãe de família, uma dona de casa que se tornou (se transformou? se descobriu? se redescobriu em uma mulher forte e destemida). E fez ela perceber que ela podia ser uma profissional, mulher e uma mãe e nenhuma função anulava a outra.
Tem um marido que largou dez anos com a família por uma amante. E que só depois de perder tudo percebeu que aqueles dez anos foram os mais preciosos e os mais felizes da sua vida.
Tem um cunhado que teve escapadas no casamento, mas ao lembrar da sua família, da sua esposa ele recuava sempre. E ao ver o que ocorreu no casamento do cunhado soube valorizar a sua mulher.
Eu esperei todos os tipos de xingamento, desabafos (sobre o quanto ela foi generosa, acolheu ela quando ninguém mais o fez, ter alimentado ela e o quanto ela foi egoísta, má, sem escrúpulos, e que roubou o marido dela debaixo do teto deles), tapas e puxões de cabelo, só que a esposa traída não o fez, ao contrario mostrou compaixão, deu suporte e conselhos e ainda pediu desculpas para a amante pela unica agressão (da raivinha na hora que ele ajuda a amante e você chora junto com a esposa vendo aquilo). É "engraçado" o fato da amante ter conseguido o que queria e mesmo assim não estava satisfeita. Ela descobriu que tinha motivos para ser assim. Quase que se da para ter pena dela, quase.
A cena do hospital pra mim foi a mais egoísta que poderia ter tido. E depois de tudo que ela passou ela poderia ter desistido da vida, ter sido amargurada, infeliz, rancorosa.
E no final depois de tempos passados e pensados ele se recorda o que significou aqueles 10 anos, e a mulher mostra o quanto ela é e foi forte, determinada e segura de si mesma ao dizer que ela não pertencia mais aquele passado. E ela precisava daquela conclusão para conseguir amar novamente.
To muito envolvida com essa série/novela, se ainda existisse orkut eu seria dona da comunidade "eu odeio o Rui Fan".