Apesar de ser uma baboseira, efeitos toscos e não ser propriamente de terror, esse é um dos poucos filmes dos anos 80 que eu gosto de rever de vez em quando. Mas para quem vê pela primeira vez agora, logicamente vai achar um lixo, não tem nem como comparar com os filmes recentes.
O filme demora uns 45 minutos de pura encheção de linguiça e brigas de irmãos para finalmente mostrar a que veio. Quando os capetas finalmente dão as caras — que mais parecem um cruzamento tosco de ratazana com lagartixa — o ritmo melhora 1%, mas o roteiro desmorona logo em seguida. Para fechar com chave de ouro, o monstro final é derrotado da forma mais patética possível.
O moleque lança o foguete no meio de um caos generalizado, dentro de uma casa caindo aos pedaços, e o negócio faz uma trajetória impecável direto no peito da entidade demoníaca. Nem o sistema de mira da NASA é tão preciso. Não só isso, mas o combustível sólido de um foguete de brinquedo tem pólvora suficiente para subir uns 50 metros e olhe lá. No filme, ele explode com a força de uma ogiva nuclear tática, mandando o monstro de volta para o quinto dos infernos. Se aquele foguete caseiro tem potência para explodir um deus demoníaco, aquele garoto não deveria estar na escola, deveria estar desenvolvendo tecnologia de defesa para o Pentágono.
Revendo, vejo que o filme apela muito mais pra nostalgia do que pra qualidade em si. Os efeitos envelheceram como leite… mas ainda assim vale uma revisitada, o elenco mirim é muito bom e algumas cenas chamam bastante a atenção. Filmes de terror juvenil geralmente carecem de coragem do roteirista, mas aqui tinha muita gente pra ir de base no decorrer do filme se fosse essa a proposta.
Que filme legal e divertido, Stephen Dorff é ótimo desde criança.
Filme razoável que entrega oque promete. Mas tem que ter paciência durante 45 minutos que não acontece nada. Aí começa o filme
Apesar de ser uma baboseira, efeitos toscos e não ser propriamente de terror, esse é um dos poucos filmes dos anos 80 que eu gosto de rever de vez em quando. Mas para quem vê pela primeira vez agora, logicamente vai achar um lixo, não tem nem como comparar com os filmes recentes.
O filme demora uns 45 minutos de pura encheção de linguiça e brigas de irmãos para finalmente mostrar a que veio. Quando os capetas finalmente dão as caras — que mais parecem um cruzamento tosco de ratazana com lagartixa — o ritmo melhora 1%, mas o roteiro desmorona logo em seguida. Para fechar com chave de ouro, o monstro final é derrotado da forma mais patética possível.
O desfecho é o ápice do ridículo:
O moleque lança o foguete no meio de um caos generalizado, dentro de uma casa caindo aos pedaços, e o negócio faz uma trajetória impecável direto no peito da entidade demoníaca. Nem o sistema de mira da NASA é tão preciso. Não só isso, mas o combustível sólido de um foguete de brinquedo tem pólvora suficiente para subir uns 50 metros e olhe lá. No filme, ele explode com a força de uma ogiva nuclear tática, mandando o monstro de volta para o quinto dos infernos. Se aquele foguete caseiro tem potência para explodir um deus demoníaco, aquele garoto não deveria estar na escola, deveria estar desenvolvendo tecnologia de defesa para o Pentágono.
Revendo, vejo que o filme apela muito mais pra nostalgia do que pra qualidade em si. Os efeitos envelheceram como leite… mas ainda assim vale uma revisitada, o elenco mirim é muito bom e algumas cenas chamam bastante a atenção. Filmes de terror juvenil geralmente carecem de coragem do roteirista, mas aqui tinha muita gente pra ir de base no decorrer do filme se fosse essa a proposta.