Em 1955, cinco jovens mexicano-americanos, por amor ao jogo, decidiram aprender a jogar e criaram o seu próprio campo de golfe no meio do deserto do sul do Texas.
Este é mais um daqueles filmes baseados em uma história real que, embora não seja extraordinário, entrega exatamente o que se espera de um bom passatempo para uma tarde de domingo. A trama é emocionante e agradável de assistir, com momentos que conseguem tocar o espectador. No entanto, como tantas outras produções do gênero, o filme também não deixa de expor a dura realidade do preconceito profundamente enraizado nos Estados Unidos, particularmente em relação às pessoas de cor. Ele revela, mais uma vez, como o racismo e a discriminação têm sido obstáculos constantes na busca de muitos por seus sonhos. É uma lembrança poderosa e pertinente da injustiça, ainda que embalada em uma narrativa acessível e comovente.
Este é mais um daqueles filmes baseados em uma história real que, embora não seja extraordinário, entrega exatamente o que se espera de um bom passatempo para uma tarde de domingo. A trama é emocionante e agradável de assistir, com momentos que conseguem tocar o espectador. No entanto, como tantas outras produções do gênero, o filme também não deixa de expor a dura realidade do preconceito profundamente enraizado nos Estados Unidos, particularmente em relação às pessoas de cor. Ele revela, mais uma vez, como o racismo e a discriminação têm sido obstáculos constantes na busca de muitos por seus sonhos. É uma lembrança poderosa e pertinente da injustiça, ainda que embalada em uma narrativa acessível e comovente.
Um bom filme de superação, clichê porém eficiente, bom para passar o tempo.