O jovem inglês Dennis Barlow vai visitar seu tio Francis Hinsley, que trabalha na produção de um grande estúdio de Hollywood, em Los Angeles. Mas o tio comete suicídio.
Quando o apático e desprezível inglês Dennis chega aos Estados Unidos após vencer um sorteio, seu tio, membro da indústria de Hollywood, oferece-lhe hospedagem. Mas após seu suicídio, Dennis precisa organizar seu funeral e a partir deste instante, seus conceitos de bizarro serão atualizados. E este é um dos atrativos da narrativa, que não tem rigor (refiro-me quanto à trama) e mescla corporativismo, ganância, capitalismo, o mercado cemiterial de pessoas e animais de estimação (!), lançamento de foguetes (!!), fundamentalismo religioso e devoção etc.
É curioso por ser esdrúxulo, embora a premissa desgate-se com o passar do tempo e não haja sequer um personagem que mereça nossa atenção para resgatá-la.
Assisti em 21/10/1978, sáb ado, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Primeira Exibição.
Seria a mãe de Mr. Joyboy uma inspiração para a Edie, the Egg Lady de Pink Flamingos (1972)?
Quando o apático e desprezível inglês Dennis chega aos Estados Unidos após vencer um sorteio, seu tio, membro da indústria de Hollywood, oferece-lhe hospedagem. Mas após seu suicídio, Dennis precisa organizar seu funeral e a partir deste instante, seus conceitos de bizarro serão atualizados. E este é um dos atrativos da narrativa, que não tem rigor (refiro-me quanto à trama) e mescla corporativismo, ganância, capitalismo, o mercado cemiterial de pessoas e animais de estimação (!), lançamento de foguetes (!!), fundamentalismo religioso e devoção etc.
É curioso por ser esdrúxulo, embora a premissa desgate-se com o passar do tempo e não haja sequer um personagem que mereça nossa atenção para resgatá-la.