Nos anos 30, o padre Michael McKinnon (Kenneth Branagh) se muda da Inglaterra para Boston e, por razões muito particulares, evita o casal mais importante da cidade, Arthur (William Hurt) e Eleanor Barret (Madeleine Stowe), que deseja ardentemente um filho. Como o marido é estéril ele paga regiamente um estudante de Harvard para engravidar sua mulher. O jovem se apaixona e, desejando vê-la, ameaça quebrar o acordo dizendo que o filho é dele. Logo ele aparece morto com fortes evidências de assassinato, sendo que este fato abalará fortemente o casal Barret e acabará envolvendo o padre McKinnon.
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Eita que gente dúbia e cheia de mistérios...drama noventista com bon momento, e ótimo elenco.
"Eles dizem que tudo é justo no amor e na guerra..." Padre Michael
Esse é um bom drama de época, numa espécie de crítica aos padrões, da época, principalmente da igreja.
Apesar de uma narrativa confusa e com alguns momentos de lentidão, além de algumas imprecisões históricas e de figurino, trata=se de um bom passatempo pelo conjunto de atuações do elenco.
Maratona Madeleine Stowe (11º assistido)
ONE MAN GAVE UP EVERTHING HE OWNED, THE OTHER EVERTHING HE BELOWED IN, traduzindo UM HOME DESISTIU DE TUDO O QUE ELE DEVIA, JA O OUTRO, DE TUDO O QUE ELE ACREDITAVA, o que em em se tratando da compactuação a respeito de determinadas atitudes cujo claramente ferem quaisquer tipo de conduta etica, em especial por parte dos valores familiares aqui estritamente afrontados pelo infieis mutuos por conciencia alem de alto concordancia william hurt e madeleine stowe ha exatos 21 anos, ainda que por razões movidas muito mais por reles desespero paternal do que por má indole propiamente dita, que no entanto não importa que junto a determinados cantos do mundo padrões culturais do tipo o fossem parcialmente aceitos, contudo um erro JAMAIS eu disse JAMAIS o pode servir de trampolim em prol de justificar outro e vice versa, resumindo senhoras e senhores para tudo da se um jeito, menos para a morte alem do pagamento de impostos para cesar o que é de cesar, e ponto final, porque para o demais resto bem ? a regra denota se simples, adapte se ou adote medidas paliativas, e para o inferno com discordantes ou NOJENTICES mentais por parte de terceiros, afinal de contas ainda que este mundo muitas vezes se aproxime de uma especie de sodoma e gomorra dos tempos modernos, contudo o importante e´ jamais esqueçam, de que ELE NÃO O É. bom filme. " PROPOSITIVAMENTE" nota 9.5
e o dom da maternidade o qual apesar de claramente um direito tanto anatomico assim como social presente a sorte bem como o destino de todos os mortais, que no entanto nem todos por razões muito alem seja de planejamentos familiares ou questões ideologicas assim serão agraciados, de forma que não ha duvidas que fatos contraditorios como tal podem bem como tendem a ocasionar litigios de toda sorte, em especial quando questões culturais similares as aqui ocorridas junto a realidade tenebrosa oriunda a do " padre" kenneth branagh e seus aceclas de idade media ha exatos 20 anos porventura vivenciaram, em outras palavras, de fato o mundo e´,foi, da mesma forma que por obstante sempre será tal eterna contradição " ambulante", cujo em palavras bem + concretas alem de diretas principalmente , no desejo ardente no entanto impossivel de alguns, em contraste energumeno a concreta possibilidade no entanto baseado pela LÓGICA, sequer deveria ser ventilada por OUTRORA OUTROS. excelente longa. " propositamente" NOTA 9.5