Como já comentaram aqui. é o Gordo e o Magro com o Carlitos, o que fazer quando sua esposa reclama que vc chega em casa bebado, só ir pro bar beber e não voltar pra casa mais.
Fatty Arbuckle volta a realizar algo brilhante com Chaplin. A dinâmica é divertida e inteligente.Podemos perceber algumas novas gags que ambos imortalizaram.Na verdade,poderia ter rendido uma boa dupla de "O Gordo e o Magro" antes mesmo da conhecida dupla "O Gordo e o Magro" formada por Laurel e Hardy.
Finalmente um curta em que Chaplin e Arbuckle atuam juntos como companheiros - e não trocando agressões. Me senti um pouco incomodado com a black face do ator que interpreta o porteiro do restaurante, mas se em 2016 os EUA ainda lutam por igualdade racial, o que dizer de algo do início do século XX?
Dos filminhos chaplinianos que vi até agora, esse foi um dos melhores. É muito bom quando há um enredo mais elaborado e não simplesmente aquela coisa pastelão dos pontapés e tijoladas - que de fato são boas sacadas de humor, mas enjoam depois de algumas repetições.
O final é bem pesado, porque se os personagens não tiverem morrido, pelo menos chegaram bem perto disso. Com minha mania de ficar buscando, nas entrelinhas dos curtas de Chaplin, significados abaixo da camada superficial, fico pensando se não havia, na intenção desse filme, um certo alerta contra os males do alcoolismo.
Curta muito divertido. Roscoe e Chaplin estão bem engraçados interpretando dois bêbados.
Como já comentaram aqui. é o Gordo e o Magro com o Carlitos, o que fazer quando sua esposa reclama que vc chega em casa bebado, só ir pro bar beber e não voltar pra casa mais.
Um dos curtas mais engraçados que vi até agora, com Carlitos.
Fatty Arbuckle volta a realizar algo brilhante com Chaplin.
A dinâmica é divertida e inteligente.Podemos perceber algumas novas gags que ambos imortalizaram.Na verdade,poderia ter rendido uma boa dupla de "O Gordo e o Magro" antes mesmo da conhecida dupla "O Gordo e o Magro" formada por Laurel e Hardy.
>Revisto em 04 de Novembro de 2019
Finalmente um curta em que Chaplin e Arbuckle atuam juntos como companheiros - e não trocando agressões. Me senti um pouco incomodado com a black face do ator que interpreta o porteiro do restaurante, mas se em 2016 os EUA ainda lutam por igualdade racial, o que dizer de algo do início do século XX?
Dos filminhos chaplinianos que vi até agora, esse foi um dos melhores. É muito bom quando há um enredo mais elaborado e não simplesmente aquela coisa pastelão dos pontapés e tijoladas - que de fato são boas sacadas de humor, mas enjoam depois de algumas repetições.
O final é bem pesado, porque se os personagens não tiverem morrido, pelo menos chegaram bem perto disso. Com minha mania de ficar buscando, nas entrelinhas dos curtas de Chaplin, significados abaixo da camada superficial, fico pensando se não havia, na intenção desse filme, um certo alerta contra os males do alcoolismo.