Jess está emocionada por ser a barriga de aluguel e doadora de óvulos para o melhor amigo e seu marido. Doze semanas de gravidez, um teste pré-natal retorna com resultados inesperados que criam um dilema moral que ameaça sua amizade.
- potente. incômodo. polêmico. - pós fim que reverbera - propositalmente permite refletir durante e após de suas escolhas refletem nas opiniões e caminhos da sociedade moderna. - Jess admirável / Jasmine Batchelor impressionante. - casal fraco, dois paia, atuações lamentáveis (não falo da escolha narrativa) - não julgo por serem homossexual, mas por ser ruim, mesmo que fossem heteros. - narrativa gera estranheza no inicio - ora soa documental, ora ficção - dado curto tempo já se consagra ao firmar "não ficção" pela humanização dos personagens e seus diálogos associados as referências da época. - escolha dada me arrancou AH NÃOOO mas diante a justificativa alegada, é de total compreensão - ainda mais partindo da voz de quem deve decidir. - melhores cenas: a ligação com o pai para saber de uma possibilidade e a escolha dele(s); o encontro e jogo de cena com a mãe e o pai; o embate posterior com o casal na casa deles. - àquele choro dela bateu forte, um descarrego desesperador acumulado, que vontade de abraçá-la por longo tempo, sem dizer nada. - LAMENTÁVEL A BAIXA AUDIÊNCIA E ALARDE DESTA OBRA... SERVINDO NA TEMÁTICA, PASSÍVEL DE CRÍTICAS E OPINIÕES. Eu soube por acaso, há pouco tempo. Merece ser vista, debatida, repercutida. - Exemplo de obra "simples" não precisa de trilha, investimento alto, coisas mirabolantes, consegue se sustentar (mesmo centrada numa personagem) numa abordagem que explora muito bem várias vertentes.
- potente. incômodo. polêmico.
- pós fim que reverbera - propositalmente permite refletir durante e após de suas escolhas refletem nas opiniões e caminhos da sociedade moderna.
- Jess admirável / Jasmine Batchelor impressionante.
- casal fraco, dois paia, atuações lamentáveis (não falo da escolha narrativa) - não julgo por serem homossexual, mas por ser ruim, mesmo que fossem heteros.
- narrativa gera estranheza no inicio - ora soa documental, ora ficção - dado curto tempo já se consagra ao firmar "não ficção" pela humanização dos personagens e seus diálogos associados as referências da época.
- escolha dada me arrancou AH NÃOOO mas diante a justificativa alegada, é de total compreensão - ainda mais partindo da voz de quem deve decidir.
- melhores cenas: a ligação com o pai para saber de uma possibilidade e a escolha dele(s); o encontro e jogo de cena com a mãe e o pai; o embate posterior com o casal na casa deles.
- àquele choro dela bateu forte, um descarrego desesperador acumulado, que vontade de abraçá-la por longo tempo, sem dizer nada.
- LAMENTÁVEL A BAIXA AUDIÊNCIA E ALARDE DESTA OBRA... SERVINDO NA TEMÁTICA, PASSÍVEL DE CRÍTICAS E OPINIÕES. Eu soube por acaso, há pouco tempo. Merece ser vista, debatida, repercutida.
- Exemplo de obra "simples" não precisa de trilha, investimento alto, coisas mirabolantes, consegue se sustentar (mesmo centrada numa personagem) numa abordagem que explora muito bem várias vertentes.
Como se não ter síndrome de down fosse garantia de dar certo na vida…
Mas por que levou mais de três anos para esse filme chegar no Brasil?
É um filme muito interessante e on assunto é relevante. Uma pena que optaram pela solução mais "Facil"
Bastante reflexivo.
Este filme me pegou de surpresa.
Estou sem palavras. Parece que tomei uma porrada daquelas!