- a pessoa poder pegar até 99 anos por roubar um banco é um completo absurdo. mostra muito bem como é a merda do capitalismo, onde o dinheiro vale mais que tudo - concordo demais com ela, todo sistema é arcaico e não passa de um modo de escravização moderno, é só ver quem são a maioria atrás das grades - mas infelizmente, o documentário perde grandes oportunidades de aprofundar nesses temas importantes, mais da metade é falando sofre fé, religião, parecia que eu estava vendo algum culto evangélico - fiquei muito interessado em ver como ela prosperou e se tornou alguém de sucesso e bem de vida, mas isso não mostra - o lado emocional pelo menos é bonito e genuíno
Sabem quando você vai na casa de alguém e essa pessoa fica mostrando fotos e videos intermináveis que só são concernentes a mais ninguém a não ser ela mesma? Então, dessa maneira que esse documentário foi construído, alongando cenas até a eternidade buscando uma reflexão e profundidade que não são atingidos, com a protagonista atuando o tempo todo...há apenas uma cena autêntica, quando um dos filhos fala para o pai, "não acredito que estive com você para lá e para cá o dia todo", isso foi de uma emoção absolutamente genuína.
Muito bem filmado, narrado e emocional, mas absurdamente vitimista. As ideias da mulher: "Nós roubamos um banco e, vocês acreditam que eles prenderam a gente?! Nos colocaram numa prisão(!) e deram uma sentença!! Tudo isso pq a gente é preto!" Agora ela dá palestra como se fosse culto e acha que o "sucesso" dela é uma vingança. Contra quem, mulher? Contra o banco, contra o juíz? Eu sei que o sistema é corrupto e oprime e as pessoas tem que lutar, mas o pensamento da Sibil (pelo menos no que foi mostrado no filme, pq todo documentário é tendencioso) é que ela não teve culpa nenhuma.
- a pessoa poder pegar até 99 anos por roubar um banco é um completo absurdo. mostra muito bem como é a merda do capitalismo, onde o dinheiro vale mais que tudo
- concordo demais com ela, todo sistema é arcaico e não passa de um modo de escravização moderno, é só ver quem são a maioria atrás das grades
- mas infelizmente, o documentário perde grandes oportunidades de aprofundar nesses temas importantes, mais da metade é falando sofre fé, religião, parecia que eu estava vendo algum culto evangélico
- fiquei muito interessado em ver como ela prosperou e se tornou alguém de sucesso e bem de vida, mas isso não mostra
- o lado emocional pelo menos é bonito e genuíno
Sabem quando você vai na casa de alguém e essa pessoa fica mostrando fotos e videos intermináveis que só são concernentes a mais ninguém a não ser ela mesma? Então, dessa maneira que esse documentário foi construído, alongando cenas até a eternidade buscando uma reflexão e profundidade que não são atingidos, com a protagonista atuando o tempo todo...há apenas uma cena autêntica, quando um dos filhos fala para o pai, "não acredito que estive com você para lá e para cá o dia todo", isso foi de uma emoção absolutamente genuína.
Muito bem filmado, narrado e emocional, mas absurdamente vitimista. As ideias da mulher: "Nós roubamos um banco e, vocês acreditam que eles prenderam a gente?! Nos colocaram numa prisão(!) e deram uma sentença!! Tudo isso pq a gente é preto!" Agora ela dá palestra como se fosse culto e acha que o "sucesso" dela é uma vingança. Contra quem, mulher? Contra o banco, contra o juíz? Eu sei que o sistema é corrupto e oprime e as pessoas tem que lutar, mas o pensamento da Sibil (pelo menos no que foi mostrado no filme, pq todo documentário é tendencioso) é que ela não teve culpa nenhuma.
meu deus que saco de documentário
Documentário interessante. Mostrando uma mulher à espera de seu marido pra sair da prisão.
Uma espera de 20 anos!
Tem um ritmo bom e não é enfadonho. Chega a dar uma certa angústia com a passagem do tempo.😓