Atendendo (com alguma relutância para ser verdade) o apelo da Pátria ele vai para o quartel onde ele está para cumprir o seu dever militar. Enviado para o pelotão de Cabo Bourrache ele é surpreendido ao encontrar lá ... Joseph, seu próprio funcionário.
Remake de filme de Jean Renoir.
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Produção francesa que foi a estréia no cinema de Claude de Givray, que escreveu e dirigiu ao lado de François Truffaut, uma comédia em preto e branco sobre indução e treinamento básico de recrutas do Exército. Com base em uma peça teatral, a história foi filmada por Jean Renoir em 1928 e também por Fernand Rivers em 1950. Este filme é uma refilmagem do também francês Mulher de soldado (33).
O jovem e atrapalhado Jean Lerat de la Grignotière, um aristocrata de boa família, inicia seu serviço militar em um acampamento do Exército. Apesar das tentativas de sua tia de fazer as coisas funcionarem para ele, o infeliz Lerat consegue não gostar do seu coronel fanfarrão e agressor se gabando dele.
Um ótimo entretenimento. Não pode ser comparado com as melhores obras de Truffaut, mas é um filme muito bacana para se assistir quando o cérebro está desligado.
A parceria entre Truffaut e Givray viria a ser muito mais frutífera quando o primeiro assumiu a direção total e o segundo, apenas os roteiros. "Tire-au-Flanc 62" é uma comédia falha, aborrecida, arrastada e insuportável. Facilmente a pior produção de cinema em que François se envolveu em toda sua carreira. Ainda não conferi a versão original de Renoir, mas a ruindade deste longa esfriou muito minha vontade para tal.
Tenta o mesmo esquema do Renoir, só que a versão de 28 é facilmente superior. O Chicão Truffaut manda uma qtde maior de piadas, no entanto, como a versão dele é falada, isso favorece. Carismático o Joseph, por sua vez.