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Duração
O que faz a vida valer a pena? Sorvete? Montanha russa? A cor amarela? Essas são apenas algumas coisas que a hilária peça de partir o coração de Duncan Macmillan relaciona. O garoto está fazendo uma lista para a sua mãe, que acabou de tentar suicídio. Ele espera que a lista vá animá-la, ele quer que ela permaneça viva e fazê-la perceber que a vida vale a pena viver. Conforme passam os anos e o garoto cresce, vai para a universidade e se apaixona. Fica evidente que talvez a lista ajude a si próprio.
Em uma das peças mais engraçadas já realizadas sobre depressão, Johnny Donahoe navega bem por águas estranhas e agitadas, sem sacrificar nosso prazer. É um assunto áspero sendo confrontado aqui: a culpa por não ser capaz de fazer feliz a quem amamos.
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Haaa se pudéssemos nos salvar dessa tristeza, desse vazio, dessa dor e pesar com todas as 1 milhões de razões ou mais que existem no mundo para ser feliz.
Chorei, chorei e chorei e lembrei do meu filhinho que passou pelo suicídio da mãe aos 6 e agora aos 14. E mesmo com toda culpa e impacto na vida dos familiares, não há um dia em que eu queria estar nesse mundo e sei que meu fim está breve e peço a Deus por isso, peço que me perdoe, peço que acolha minha família e amigos e que se existir algo mais, em outra estação, que seja feliz, pois amargar os 40 anos que vivi, tem sido uma tarefa hercúlea.
Documentário extraordinário, sensível, para pessoas neurotípicas deve ter sido cômico também, e ainda assim, cabe toda a tristeza do mundo. Vale a pena cada minuto.
“A plateia se alegra com a tristeza do palhaço...” essa frase nunca fez tanto sentido como nesse stand up.
Ahhhhh a velha depressão. Um cachorro preto enorme que nos segue.
Ninguém vai falar da aparição do Tobey Maguire no minuto 37:07?
Eu já faço essa lista há um tempo. O filme é uma experiência maravilhosa, apesar de ser um tema tão doloroso de ser tratado, o diretor conseguiu deixar descontraído e leve. Vale muito a pena <3