Tommy chega da faculdade para assumir os negócios do pai e descobre que tem uma nova madrasta. O pai morreu e, enganado por seus novos 'familiares', junta-se a contador trapalhão para tentar recuperar o que perdeu.
Em Tommy Boy, lançado no Brasil como Mong e Lóid, temos uma comédia típica dos anos 90 que aposta forte no carisma da dupla principal e no humor físico exagerado. Eu gostei do filme, tem bons momentos e consegue arrancar risadas sinceras, mas esse começo é realmente um desastre. As atitudes de Tommy (Chris Farley) são extremamente forçadas, ele não consegue fazer nada certo e estraga absolutamente tudo das maneiras mais absurdas possíveis. Eu entendo que a proposta é mostrar um sujeito desastrado e azarado, mas quando o exagero passa do ponto, em vez de engraçado começa a incomodar, e em vários momentos eu senti mais raiva do que vontade de rir.
A parceria de Tommy (Chris Farley) com Richard (David Spade) é, sem dúvida, o ponto alto do filme. Os melhores momentos são quando os dois estão juntos, principalmente nos diálogos cheios de provocações e na forma como a personalidade de um contrasta com a do outro. Mesmo assim, algumas dessas cenas também acabam recaindo nas situações forçadas que eu já tinha citado, o que tira um pouco da naturalidade da comédia.
A participação de Dan Aykroyd como Zalinsky é pequena, mas sempre boa. Ele aparece mais para o final e traz aquela presença experiente que ajuda a dar um peso maior ao conflito empresarial, mesmo que o filme nunca se aprofunde muito nisso.
eu realmente achei que ela deveria ter tido um desfecho pior, porque durante boa parte do filme ela age de forma interesseira e manipuladora, e no fim ainda sai praticamente ilesa, ficando com Zalinsky.
E vale lembrar que o personagem Paul Barish é interpretado por Rob Lowe, mas ele não é creditado no filme. Isso aconteceu porque, anos antes, Rob Lowe se envolveu em um escândalo que prejudicou muito sua imagem pública, e quando fez o filme ainda estava reconstruindo a carreira. Eu acho curioso, porque ele tem um papel importante na trama e não é uma simples participação.
Agora, esse título brasileiro é simplesmente ridículo. Não tem nada a ver com a essência do filme, e o foco da história nem é exatamente na parceria dos dois como o nome sugere. E ainda que fosse, o título não condiz com a personalidade deles. No fim, é uma comédia divertida, com química forte entre os protagonistas, mas que exagera demais no início e poderia ter sido mais equilibrada no desenvolvimento.
Confesso que nunca tinha tido vontade de assistir a esse filme por ter visto o título brasileiro há anos atrás (Mong e Lóide) e achar que esse filme seria uma 'cópia de baixo orçamento do filme Débi e Loide', mas então, dias atrás eu resolvi dar uma chance ao filme por ter visto alguém falando bem dele, e me surpreendi, o filme é excelente!!!
‘Tommy Boy’ tem aquele tipo de humor simples, mas genuinamente divertido, que não depende de exageros ou grosserias para fazer rir. Chris Farley está simplesmente brilhante — carismático, desajeitado e com um timing cômico perfeito. A química dele com David Spade é o coração do filme: os dois formam uma dupla improvável, mas extremamente divertida, com momentos hilários que ainda soam frescos mesmo tantos anos depois.
Além das risadas, o filme entrega boas lições de vida: fala sobre amadurecimento, responsabilidade, amizade e sobre encontrar valor em si mesmo, mesmo quando todos à sua volta duvidam. É uma comédia com alma, que equilibra perfeitamente o humor bobo com mensagens sinceras.
No fim das contas, ‘Tommy Boy’ não é só uma comédia dos anos 90, é um filme cheio de coração, que mostra o talento e a energia únicos de Chris Farley, que infelizmente nos deixou cedo demais. Uma verdadeira joia subestimada. Recomendo demais!
Em Tommy Boy, lançado no Brasil como Mong e Lóid, temos uma comédia típica dos anos 90 que aposta forte no carisma da dupla principal e no humor físico exagerado. Eu gostei do filme, tem bons momentos e consegue arrancar risadas sinceras, mas esse começo é realmente um desastre. As atitudes de Tommy (Chris Farley) são extremamente forçadas, ele não consegue fazer nada certo e estraga absolutamente tudo das maneiras mais absurdas possíveis. Eu entendo que a proposta é mostrar um sujeito desastrado e azarado, mas quando o exagero passa do ponto, em vez de engraçado começa a incomodar, e em vários momentos eu senti mais raiva do que vontade de rir.
A parceria de Tommy (Chris Farley) com Richard (David Spade) é, sem dúvida, o ponto alto do filme. Os melhores momentos são quando os dois estão juntos, principalmente nos diálogos cheios de provocações e na forma como a personalidade de um contrasta com a do outro. Mesmo assim, algumas dessas cenas também acabam recaindo nas situações forçadas que eu já tinha citado, o que tira um pouco da naturalidade da comédia.
A participação de Dan Aykroyd como Zalinsky é pequena, mas sempre boa. Ele aparece mais para o final e traz aquela presença experiente que ajuda a dar um peso maior ao conflito empresarial, mesmo que o filme nunca se aprofunde muito nisso.
Sobre Beverly (Bo Derek),
eu realmente achei que ela deveria ter tido um desfecho pior, porque durante boa parte do filme ela age de forma interesseira e manipuladora, e no fim ainda sai praticamente ilesa, ficando com Zalinsky.
Agora, esse título brasileiro é simplesmente ridículo. Não tem nada a ver com a essência do filme, e o foco da história nem é exatamente na parceria dos dois como o nome sugere. E ainda que fosse, o título não condiz com a personalidade deles. No fim, é uma comédia divertida, com química forte entre os protagonistas, mas que exagera demais no início e poderia ter sido mais equilibrada no desenvolvimento.
Assistido em 17/02/2026
Confesso que nunca tinha tido vontade de assistir a esse filme por ter visto o título brasileiro há anos atrás (Mong e Lóide) e achar que esse filme seria uma 'cópia de baixo orçamento do filme Débi e Loide', mas então, dias atrás eu resolvi dar uma chance ao filme por ter visto alguém falando bem dele, e me surpreendi, o filme é excelente!!!
‘Tommy Boy’ tem aquele tipo de humor simples, mas genuinamente divertido, que não depende de exageros ou grosserias para fazer rir. Chris Farley está simplesmente brilhante — carismático, desajeitado e com um timing cômico perfeito. A química dele com David Spade é o coração do filme: os dois formam uma dupla improvável, mas extremamente divertida, com momentos hilários que ainda soam frescos mesmo tantos anos depois.
Além das risadas, o filme entrega boas lições de vida: fala sobre amadurecimento, responsabilidade, amizade e sobre encontrar valor em si mesmo, mesmo quando todos à sua volta duvidam. É uma comédia com alma, que equilibra perfeitamente o humor bobo com mensagens sinceras.
No fim das contas, ‘Tommy Boy’ não é só uma comédia dos anos 90, é um filme cheio de coração, que mostra o talento e a energia únicos de Chris Farley, que infelizmente nos deixou cedo demais. Uma verdadeira joia subestimada. Recomendo demais!
Magnífico, esplendoroso. A cena do alce e banheiro, mijei horrores. Assisti chapado.
E esse titulo BR que foi pegar carona na onda do Debi e loide...
A dupla de protagonistas bem a vontade aqui,rendem momentos hilários e a trilha sonora consegue dar um ânimo ainda maior.
-13 de Junho de 2022