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Data de lançamento
14 Julho 2021Duração
Um cantor e compositor está em vias de ser um sem-teto em Paris. Uma noite, ele conhece uma jovem muito bonita que lhe envia uma única mensagem antes de desaparecer: “Acima de tudo, não seja você mesmo”. Tralala sonhou? Ele então sai da capital e acaba encontrando aquela por quem já está apaixonado. Ela não o reconhece mais. Mas uma comovente sexagenária acredita reconhecer em Tralala seu próprio filho, Pat, desaparecido há vinte anos, durante uma viagem aos Estados Unidos da América. Tralala decide assumir o "papel".
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Ruim demais
"Barbeie seu passado."
Tralala #Tralala de #ArnaudLarrieu #JeanMarieLarrieu França,2021.
Alguns filmes demoram um pouco para nos fisgar, vão nos rodeando aparentemente sem intenção alguma e quando menos esperamos estamos imersos em seu universo. Tralala dos irmãos Larrieu é assim.
Um músico vaga pelas ruas de Paris com sua guitarra tocando para ninguém. Atrás de alguns trocados para sobreviver ele mais parece um fantasma, quase invisível. O bilhete de uma bela jovem que aparece e some vai levar esse homem para um destino inesperado.
É nessa busca e nas entrelinhas que o filme vai ficando apaixonante. Tralala é o nome desse músico e canções é que não faltam também nesse musical que foge à regra e usa muito bem o recurso de colocar as personagens cantando em determinados momentos.
Com uma melancolia presente em toda a projeção, o longa por vezes nos entristece, mas faíscas de esperança surgem também, assim como na vida a gente fica ali entre altos e baixos tentando aproveitar os momentos de felicidade.
O longa também deixa em nossas mãos decifrar o que é real, o que é verdade nessa história ou se tudo não passa de um sonho de um artista que tem a esperança de passar pela tempestade e logo ver a luz do Sol.
#MathieuAmalric #JosianeBalasko #MélanieThierry #Maïwenn #CinemaFrances
Divertido e fora da casinha, não vá esperando um musical estilo Broadway. O filme tem ritmo próprio, te deixa curiosa pra saber o que vem a seguir pq te leva pra fora do clichê. Essa sensação eu não sentia há um tempo, foi bom sentir. É filme de festival com cara de festival, de experiencia e estranheza. Eu adorei mesmo sabendo que é estranho gostar. A música ápice já está até na minha lista do Spotify!
Não só é um filme extremamente descompassado como é chato pra dedéu. E olha que a princípio até que consegue prender com uma história curiosa, aberta a diversas possibilidades, mas logo essa curiosidade dá lugar ao tédio. Legal ver Mathie Amalric, Denis Lavant e Maïwenn em cena, só que em momento algum o filme consegue empolgar.