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Na estreia do escritor/diretor Max Currie ao cinema, um mago invoca sua maior ilusão - um filho - e assim devolver a felicidade à sua esposa e família, após a perda de sua própria criança. Mas o truque cai por terra quando uma caça ao rapto de crianças fecha-se sobre eles.
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“Tudo aquilo que flutua, um dia acaba voltando para o chão”
Será que poderíamos tapar uma lacuna que o destino sorrateiramente insistiu em apagar? O Neozelandês Max Currie em seu primeiro filme absorve o espectador sobre a vida de um casal de mágicos que encontrou a fórmula perfeita para a magia de suas vidas funcionar novamente. Tudo acontece exatamente como num passe de mágica, onde o cenário que outrora era triste acaba aos poucos adquirindo o tom de beleza e perfeição, ou de um mero truque de ilusionismo. Mas como nessa vida a gente precisa pagar um preço todo dia, até as mais belas e brilhantes mágicas podem falhar. Foi um dos melhores filmes que eu vi na Mostra (ainda com a presença do diretor!) e o final me deixou com o coração apertado/angustiado.