O filme conta a história de um marinheiro que se emprega como faxineiro em um manicômio para libertar sua esposa, que fora internada após uma tentativa de suicídio depois de ter afogado seu filho.
Sem o uso de intertítulos e através de um sequência impressionante de imagens, é apresentada uma visão do mundo pelos olhos dos doentes mentais. Dado como perdido por mais de 40 anos, o filme foi recuperado pelo diretor em 1971, por uma cópia encontrada escondida em um vaso no galpão de seu jardim.
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é um filme que exige você dar uma coladinha pra entender direito porque foi pensado pra ser assistido com uma pessoa contando, mas faz parte
é um filme que exige você dar uma coladinha pra entender direito porque foi pensado pra ser assistido com uma pessoa contando, mas faz parte
Foi difícil entender muita coisa, a cópia que vi não tinha nenhuma legenda, então foi só ver as imagens e tentar assimilar alguma coisa. Mas a parte sensorial é realmente muito forte, incrível imaginar que nos anos 20 já existia esse tipo de cinema.
É um filme japonês de cinema mudo, sem quadros com falas nem nada, curto (um pouco mais de uma hora de duração) mas interessante, principalmente pelos recursos utilizados para passar a atmosfera do manicômio.
Foi difícil acompanhar a narrativa, não fosse a sinopse eu estaria perdidinho. Mesmo assim, após acabar o filme tenho muito mais dúvidas do que certezas, o que não necessariamente é ruim... É, sem dúvidas, um filme que causa medo, tem uma edição espetacular e uma trilha poderosíssima.