Um dentista solitário da Flórida tem os seus dias preenchidos por trabalho e pelo seu jogo de golfe diário. Quando é confrontado por uma figura do passado, que traz a notícia de que tem uma filha adulta que vive no Brooklyn, ele começa a sair da sua zona de conforto.
Um filme totalmente clichê , com recursos que já vimos diversas vezes, ou seja, ele não surpreende em nada, mas sua trama é bem contada e desperta algum entusiasmo pela relação desenvolvida entre pai e filha, vale ver.
Esse tipo de história já rendeu muitos filmes. Bota muito nisso. A maioria com uma pegada mais comédia, alguns feitos para te arrancar lágrimas. Uns bons, outros ruins, mas todos por regra, chatos pra cacete.
Aqui não quiseram correr riscos, nem riso, nem choro. Só chato mesmo. Muita coisa ficou pelo caminho. Por que tanta atenção ao fato de o cara amar golfe, da garota ser lésbica, se essas características não agregam na trama, são supérfluas à estrutura do roteiro.