O filme é drama,mas a história é suspense a maior parte do tempo,tentando entender o porquê da filha fazer isso e quando finalmente entendemos,já no fim do filme,tudo é tão rápido e ficamos sem saber como digerir.
Bem,a crítica do filme é claramente a respeito dos efeitos da tecnologia nas pessoas que só estão preocupadas em postar nas redes sociais,coisas que causem e não ajudar ao próximo e nos fazer achar a bondade atualmente.
Filme ótimo, merece uma avaliação melhor dos críticos. Sensível, intrigante e perturbador! "O melhor caminho para se comunicar com Deus é através da BONDADE" A felicidade em si não representa a conecção plena .
A reflexão do filme é importante pois traz uma referência ao monge Mahayana, que se suicidou ateando fogo ao seu próprio corpo como protesto contra as políticas religiosas do Vietnã em 1963. Porém o desenrolar da história acaba se tornando um pouco cansativa, sem surpresas.
O filme é drama,mas a história é suspense a maior parte do tempo,tentando entender o porquê da filha fazer isso e quando finalmente entendemos,já no fim do filme,tudo é tão rápido e ficamos sem saber como digerir.
Bem,a crítica do filme é claramente a respeito dos efeitos da tecnologia nas pessoas que só estão preocupadas em postar nas redes sociais,coisas que causem e não ajudar ao próximo e nos fazer achar a bondade atualmente.
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Filme ótimo, merece uma avaliação melhor dos críticos.
Sensível, intrigante e perturbador!
"O melhor caminho para se comunicar com Deus é através da BONDADE"
A felicidade em si não representa a conecção plena .
Não entrando no mérito da decisão da Norah (Catherine Keener), o filme é muito arrastado, quase parando o que o torna cansativo.
A reflexão do filme é importante pois traz uma referência ao monge Mahayana, que se suicidou ateando fogo ao seu próprio corpo como protesto contra as políticas religiosas do Vietnã em 1963. Porém o desenrolar da história acaba se tornando um pouco cansativa, sem surpresas.
Bom filme.
Nos faz refletir sobre a vida.
Visto em 20/02/19