Se você quer ver cinco robôs disfarçados de humanos tocando metal progressivo na velocidade da luz, esse show é a sua bíblia! 🎸🤖 O "Live at Budokan" de 2004 é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores marcos da carreira do Dream Theater. Gravado no lendário templo das artes marciais no Japão, a banda estava divulgando o álbum Train of Thought, que é a fase mais pesada, sombria e "porrada" deles. O resultado? Uma apresentação cirúrgica, intimidadora e absurdamente perfeita. 🔥🇯🇵 O show já começa quebrando tudo com "As I Am". O riff do John Petrucci vem tão pesado que parece que vai derrubar o teto do Budokan. Falando no Petrucci, o que ele faz nesse show é sacanagem. O solo dele em "Hollow Years" (que não é pesada, mas é linda demais) é considerado por dez entre dez fãs como uma das coisas mais bonitas que ele já improvisou na vida. É de chorar! 😭🎸 Na cozinha, o bicho pega de um jeito inacreditável. Mike Portnoy comandando aquela bateria que parece o painel da NASA, com uma energia monstruosa, cantando junto e jogando baqueta pro alto. E o John Myung? O cara fica ali no canto dele, quieto, parecendo uma estátua, mas os dedos dele no baixo de seis cordas se movem tão rápido que mal dá para enxergar. É a definição de monstro sagrado. 🥁🎸 E o Jordan Rudess? O mago dos teclados usa aquele suporte que gira e inclina, tocando uns solos que parecem trilha sonora de videogame intergaláctico dos anos 80 misturado com música clássica. O James LaBrie entrega uma performance muito sólida, aguentando o tranco de cantar músicas complexas e cheias de variações por quase três horas seguidas.🎤🎹 O ponto alto para quem curte aquela fritação técnica sem limites é a sequência de "Instrumental Medley" e, claro, a monumental "Stream of Consciousness". É música para deixar qualquer um de queixo caído, tentando entender como o cérebro deles consegue processar tanto quebra-cabeça de tempo quebrado. 🤯 No fim das contas, o Live at Budokan de 2004 não é só um show, é um documento histórico do auge técnico do metal progressivo. Se você é músico, serve para estudar e chorar no banho depois. Se você é só fã de boa música, é um espetáculo visual e sonoro obrigatório. Nota 10 de 10, com louvor! 🤘🏆⚡️
O remake de A Nightmare on Elm Street, dirigido por Samuel Bayer, é aquele tipo de filme que tenta atualizar um clássico, mas acaba ficando meio preso entre o respeito ao original e a vontade de inovar. Revendo hoje, em 2026, com 29 anos, dá pra perceber que ele acerta no clima mais pesado e realista, principalmente na construção do Freddy Krueger vivido por Jackie Earle Haley, que traz uma versão mais sombria e menos caricata do vilão.
Ao mesmo tempo, falta aquele charme estranho e quase “divertido” que o filme de Wes Craven tinha. Aqui tudo é mais sério, mais frio, e isso pesa. Os personagens são meio esquecíveis, e você não se apega tanto quanto deveria, o que enfraquece o impacto das mortes. Ainda assim, algumas cenas de sonho funcionam bem e mantêm a tensão.
No fim, é um terror ok pra passar o tempo, mas não chega perto de marcar como o original. Parece mais uma tentativa correta do que uma obra realmente memorável.
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Dream Theater - Live at Budokan
4.7 6Se você quer ver cinco robôs disfarçados de humanos tocando metal progressivo na velocidade da luz, esse show é a sua bíblia! 🎸🤖
O "Live at Budokan" de 2004 é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores marcos da carreira do Dream Theater. Gravado no lendário templo das artes marciais no Japão, a banda estava divulgando o álbum Train of Thought, que é a fase mais pesada, sombria e "porrada" deles. O resultado? Uma apresentação cirúrgica, intimidadora e absurdamente perfeita. 🔥🇯🇵
O show já começa quebrando tudo com "As I Am". O riff do John Petrucci vem tão pesado que parece que vai derrubar o teto do Budokan. Falando no Petrucci, o que ele faz nesse show é sacanagem. O solo dele em "Hollow Years" (que não é pesada, mas é linda demais) é considerado por dez entre dez fãs como uma das coisas mais bonitas que ele já improvisou na vida. É de chorar! 😭🎸
Na cozinha, o bicho pega de um jeito inacreditável. Mike Portnoy comandando aquela bateria que parece o painel da NASA, com uma energia monstruosa, cantando junto e jogando baqueta pro alto. E o John Myung? O cara fica ali no canto dele, quieto, parecendo uma estátua, mas os dedos dele no baixo de seis cordas se movem tão rápido que mal dá para enxergar. É a definição de monstro sagrado. 🥁🎸
E o Jordan Rudess? O mago dos teclados usa aquele suporte que gira e inclina, tocando uns solos que parecem trilha sonora de videogame intergaláctico dos anos 80 misturado com música clássica. O James LaBrie entrega uma performance muito sólida, aguentando o tranco de cantar músicas complexas e cheias de variações por quase três horas seguidas.🎤🎹
O ponto alto para quem curte aquela fritação técnica sem limites é a sequência de "Instrumental Medley" e, claro, a monumental "Stream of Consciousness". É música para deixar qualquer um de queixo caído, tentando entender como o cérebro deles consegue processar tanto quebra-cabeça de tempo quebrado. 🤯
No fim das contas, o Live at Budokan de 2004 não é só um show, é um documento histórico do auge técnico do metal progressivo. Se você é músico, serve para estudar e chorar no banho depois. Se você é só fã de boa música, é um espetáculo visual e sonoro obrigatório. Nota 10 de 10, com louvor! 🤘🏆⚡️
Slipknot Ao Vivo no Rock In Rio Lisboa 2004
4.6 1Máscaras assustadoras dominaram completamente Lisboa, enquanto multidões enlouquecidas respondiam violentamente durante apresentações inesquecíveis.
Corey Taylor rugiu ferozmente, transmitindo emoções sombrias, intensas, catárticas, impressionantes para absolutamente todos.
Joey Jordison destruiu baterias rapidamente, executando passagens técnicas inacreditáveis, brutais, perfeitamente sincronizadas ontem.
As guitarras pesadíssimas esmagavam espectadores continuamente, criando atmosfera sufocante, agressiva, inesquecível naquela apresentação.
Sid Wilson enlouqueceu plateias portuguesas completamente, realizando performances perigosas, imprevisíveis, eletrizantes durante músicas.
O público português acompanhava refrões furiosamente, demonstrando devoção absoluta, emocionante, coletiva durante performances.
People Equal Shit surgiu devastadora, ampliando tensões violentas, explosivas, inesquecíveis entre espectadores enlouquecidos.
Duality provocou catarse coletiva impressionante, unindo brutalidade sonora, melodias acessíveis, emoções conflitantes perfeitamente.
A iluminação vermelha intensificava atmosferas ameaçadoras, destacando integrantes mascarados dramaticamente durante músicas executadas.
Os percussionistas adicionais enriqueciam apresentações intensamente, adicionando camadas rítmicas esmagadoras, hipnóticas, envolventes constantemente.
Mesmo caótico, espetáculo manteve organização impressionante, equilibrando violência sonora, técnica refinada, autenticidade admiravelmente.
Slipknot demonstrava fome artística gigantesca, conquistando Lisboa através intensidade performances inesquecíveis, incendiárias constantemente.
Rock In Rio Lisboa recebeu apresentação histórica, consolidando Slipknot entre gigantes contemporâneos mundiais.
A Hora do Pesadelo
3.0 1,5K Assista AgoraO remake de A Nightmare on Elm Street, dirigido por Samuel Bayer, é aquele tipo de filme que tenta atualizar um clássico, mas acaba ficando meio preso entre o respeito ao original e a vontade de inovar. Revendo hoje, em 2026, com 29 anos, dá pra perceber que ele acerta no clima mais pesado e realista, principalmente na construção do Freddy Krueger vivido por Jackie Earle Haley, que traz uma versão mais sombria e menos caricata do vilão.
Ao mesmo tempo, falta aquele charme estranho e quase “divertido” que o filme de Wes Craven tinha. Aqui tudo é mais sério, mais frio, e isso pesa. Os personagens são meio esquecíveis, e você não se apega tanto quanto deveria, o que enfraquece o impacto das mortes. Ainda assim, algumas cenas de sonho funcionam bem e mantêm a tensão.
No fim, é um terror ok pra passar o tempo, mas não chega perto de marcar como o original. Parece mais uma tentativa correta do que uma obra realmente memorável.