A primeira temporada foi boa, até o episódio 6, no sete e no oito já começou a desandar, mudaram o foco da série. Veio a segunda temporada, o que dizer, simplesmente mudaram o foco da série novamente, a chuva (que leva o nome da série) simplesmente foi esquecida e aparece um super virus incubado em um adolescente (que ainda não cresceu), todos em prol dele, que descobre que agora é super poderoso, procura matar as pessoas que sempre o ajudaram, e assim caminha a série, só não consegui entender para que lado vai (norte, sul, leste ou oeste). Até agora não consegui entender o que os roteiristas querem mostrar, a cada momento mudam o foco. Simone, como na primeira temporada, super protetora, não importando com o que ocorre com os outros. Outro ponto critico, o romance de Simone e Martin, começam como um par romantico preocupado um com o outro e sem mais ou menos tudo muda, o Martin não ouve a Simone, toma atitude de criança birrenta, se afasta da namorada, prende a namorada no laboratório, vai com Simone procurar o Rasmus a contra gosto dela. A pergunta que se faz, os homens dinamarqueses são sempre assim? Esta atitude também ocorreu na primeira temporada, com a morte de Beatrice, se emburrou e nem deu atenção para a namorada, já que no dia anterior tinham iniciado o romance. Na minha opinião, a segunda temporada, não ficou abaixo, ficou na sola do sapato da primeira temporada. Na primeira temporada pelo menos tínhamos a expectativa do iria acontecer, a chuva toxica, como será que vão solucionar ou descobrir o que causou a contaminação da chuva. Na segunda o que tivemos foi um adolescente que tem o virus e se acha um super herói sabe tudo. Infelizmente, para mim foi um grande fracasso. Terminei de assistir a terceira temporada, o que já era ruim eles conseguiram piorar, infelizmente. Uma série que começou tão promissora, terminar assim, para mim um fiasco e muitas decepções.
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
The Rain (2ª Temporada)
3.2 132A primeira temporada foi boa, até o episódio 6, no sete e no oito já começou a desandar, mudaram o foco da série.
Veio a segunda temporada, o que dizer, simplesmente mudaram o foco da série novamente, a chuva (que leva o nome da série) simplesmente foi esquecida e aparece um super virus incubado em um adolescente (que ainda não cresceu), todos em prol dele, que descobre que agora é super poderoso, procura matar as pessoas que sempre o ajudaram, e assim caminha a série, só não consegui entender para que lado vai (norte, sul, leste ou oeste). Até agora não consegui entender o que os roteiristas querem mostrar, a cada momento mudam o foco. Simone, como na primeira temporada, super protetora, não importando com o que ocorre com os outros. Outro ponto critico, o romance de Simone e Martin, começam como um par romantico preocupado um com o outro e sem mais ou menos tudo muda, o Martin não ouve a Simone, toma atitude de criança birrenta, se afasta da namorada, prende a namorada no laboratório, vai com Simone procurar o Rasmus a contra gosto dela. A pergunta que se faz, os homens dinamarqueses são sempre assim? Esta atitude também ocorreu na primeira temporada, com a morte de Beatrice, se emburrou e nem deu atenção para a namorada, já que no dia anterior tinham iniciado o romance. Na minha opinião, a segunda temporada, não ficou abaixo, ficou na sola do sapato da primeira temporada. Na primeira temporada pelo menos tínhamos a expectativa do iria acontecer, a chuva toxica, como será que vão solucionar ou descobrir o que causou a contaminação da chuva. Na segunda o que tivemos foi um adolescente que tem o virus e se acha um super herói sabe tudo. Infelizmente, para mim foi um grande fracasso. Terminei de assistir a terceira temporada, o que já era ruim eles conseguiram piorar, infelizmente. Uma série que começou tão promissora, terminar assim, para mim um fiasco e muitas decepções.