O filme lembrou-me de um trecho do belo poema do Manoel de Barros, chamado O fotógrafo, onde o eu lírico tenta fotografar o silêncio: "Vi uma lesma pregada mais na existência do que na pedra. Fotografei a existência dela." Em 80 minutos fotografaram os dois personagens de modo tão simples, sublime e sensível, que foi possível enxergar ambas as existências dentro de um silêncio gritante e poético. Maravilhoso!
Nada Pessoal
4.0 154O filme lembrou-me de um trecho do belo poema do Manoel de Barros, chamado O fotógrafo, onde o eu lírico tenta fotografar o silêncio:
"Vi uma lesma pregada mais na existência do que na pedra.
Fotografei a existência dela."
Em 80 minutos fotografaram os dois personagens de modo tão simples, sublime e sensível, que foi possível enxergar ambas as existências dentro de um silêncio gritante e poético. Maravilhoso!