Dizer que Isabela parece isso e aquilo, que transmite isso e aquilo pela maneira única dela de encarar um trauma não é insensibilidade, é falta de humanidade mesmo. Isso até entra em outra questão, a validade que é dada à nossa experiência de acordo com nosso comportamento, que não implica nada além de força, como se o único comportamento aceitável para uma vítima fosse ser frágil, mansa e chorosa, caso contrário não está sofrendo. Como se viver para além disso fosse um crime por si só.
Pra mim as atitudes de qualquer pessoa envolvida nesse caso não devem ser questionadas, nem antes, nem depois, porque para se estar errado perto de alguém como esse homem basta apenas existir. O mínimo e o contra sempre foram justificativas pra ele. Se colocar em abstenção de direito próprio para viver sob o domínio do temperamento dele não deveria ser uma opção. Portanto buscar culpa em uma outra pessoa que não o próprio Paulo Cupertino não deveria nem ser algo a ser pensado.
Dito isto, Paulo nunca, jamais pode viver em sociedade novamente.
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O Assassinato do Ator Rafael Miguel
3.6 16 Assista AgoraDizer que Isabela parece isso e aquilo, que transmite isso e aquilo pela maneira única dela de encarar um trauma não é insensibilidade, é falta de humanidade mesmo. Isso até entra em outra questão, a validade que é dada à nossa experiência de acordo com nosso comportamento, que não implica nada além de força, como se o único comportamento aceitável para uma vítima fosse ser frágil, mansa e chorosa, caso contrário não está sofrendo. Como se viver para além disso fosse um crime por si só.
Pra mim as atitudes de qualquer pessoa envolvida nesse caso não devem ser questionadas, nem antes, nem depois, porque para se estar errado perto de alguém como esse homem basta apenas existir. O mínimo e o contra sempre foram justificativas pra ele. Se colocar em abstenção de direito próprio para viver sob o domínio do temperamento dele não deveria ser uma opção. Portanto buscar culpa em uma outra pessoa que não o próprio Paulo Cupertino não deveria nem ser algo a ser pensado.
Dito isto, Paulo nunca, jamais pode viver em sociedade novamente.