Mais um excelente episódio. Umas das coisas que eu mais estou gostando nessa temporada é o foco nos personagens, o roteiro escolhe apenas dois ou três deles para ser o foco do episódio e os desenvolve muito bem. A reviravolta da Meadow foi muito boa, impediu que ela fosse só mais uma vira-casaca. E ponto para a cena do tiroteio, que foi muito bem dirigida. E a revelação do fato da Ivy "odiar" a Ally por querer ter sido quem carregou o Ozzy na barriga foi boa.
Se tem algo que me faz admirar uma série, esse algo é a capacidade de inovar e arriscar sem medo, e esse episódio fez isso e fez muito bem. Sim, nós ainda temos uma trama no hospital, mas aqui o foco é de Shaun e Claire, que precisam transportar um fígado em segurança. E se vocês prestarem atenção, esse episódio traz uma critica social. Os chefes do hospital querem que o paciente VIP seja bem tratado e que sua cirurgia seja um sucesso custe o que custar, esse paciente é um homem rico e branco que, caso a cirurgia seja bem sucedida, doará dinheiro ao hospital. Já o paciente que precisa do fígado, um homem negro e pobre, tem o fígado negado mesmo que a cirurgia possa dar certo, para não manchar a imagem do hospital caso ela dê errado. Enfim, The Good Doctor pode não ser perfeita, mas me surpreendeu bastante até aqui. Nota: 8 de 10.
Uma das piores decisões que você pode tomar na sua vida é ver esse filme. Sério. Ele é arrastado, tem uma hora e tantos e parece que eu estava vendo a versão estendida dos filmes da saga O Senhor dos Anéis, só que sem qualidade. Nota: 1 de 10.
Primeiras impressões: 1X01 e 1X02. O primeiro episódio é apenas mediano, tem uns diálogos fracos e atuações bem mais ou menos (Com exceção de Freddie Highmore, que está sempre bem). O segundo episódio melhora consideravelmente, embora ainda tenha alguns problemas. Gostei muito das cenas em que o protagonista "visualiza" os procedimentos. Nota: 7 de 10. Irei acompanhar.
Finalmente um episódio bom. Depois de dois episódios de qualidade duvidosa (sendo muito generoso), AHS: Cult, volta com tudo e monstra a que veio. Enquanto no episódio anterior o núcleo de Ally não teve nenhum destaque, aqui o tempo em tela é muito melhor dosado, e parece que temos Ivy sendo uma bela traidora, não é mesmo? Todas as atuações continuam bem, com destaques para Evan Peters (Kai) e Adina Porter (Beverly). Também foi bom saber um pouco mais sobre Kai e seu irmão, enfim, espero que o resto da temporada possa seguir esse padrão de quelidade. E que cena foi aquela do escravo? Foi, pelo menos para mim, um misto de dó e aflição, espero que a série desenvolva melhor isso. Vale citar também a morte do RJ, que também me deixou bastante aflito. Nota: 8 de 10.
Demorei, mas vi. Tá, pior episódio da temporada até agora, o que é perigoso considerando que eu achava que o pior episódio ia ser o terceiro. Sim, eu queria explicações, mas fazer UM FUCKING EPISÓDIO INTEIRO SÓ DE EXPLICAÇÃO É UM EXAGERO NÉ MEU. Eu gosto de fazer analises sobre os aspectos técnicos, mas esse nem vale a pena, só digo que o Evan Peters levou o episódio nas costas. Nota: 4,5 de 10
E temos o primeiro deslize da temporada. Depois de dois episódios incríveis, AHS: Cult volta com um episódio bem meia boca para o padrão estabelecido até agora. O que condena esse episódio é a falta de conteúdo, servindo simplesmente para criar tramas, o grupo que protesta contra Ally, Ivy indo embora, o caminhão misterioso, a aparente morte de uma vizinha, as protagonistas sendo marcadas pelo assassino e a cruel morte de um porquinho da india. Tudo isso é inserido mas nada é realmente desenvolvido. Porém nem tudo está perdido, algo que me agradou bastante nesse episódio foi a direção, que tem um bom jogo de câmera, fazendo um uso bem decente do ângulo holandês, passando a ideia de que algo estranho está acontecendo. Ponto também para a edição, que dá um bom ritmo ao episódio e conta com boas transições. Ah, a atuação da Sarah Paulson finalmente está melhor, vamos levantar as mão aos céus e louvar o deus da atuação por essa benção. Nota: 6 (R.I.P Senhor Indiano 2017-2017. Um bom porquinho da índia e amado animal de estimação)
Edgar Wright nos entrega mais um maravilhoso filme, aliás, considero este o segundo melhor filme do diretor, perdendo apenas para Scott Pilgrim Contra o mundo .
A direção de Wright é excelente, as cenas de fuga, que são o trunfo do filme, são tão bem dirigidas e montadas que você nem sequer percebe o tempo passar.
Aliás, vale a pena falar da montagem do filme, que dá um excelente ritmo para a história, o filme tem um pouco mais de 1H50MIN e parece bem menos.
O primeiro ato foca em nos apresentar os personagens, Baby, Bats, Darling, Buddy e Doc, que nos acompanharão até o ato final do filme, o segundo ato já desacelera o ritmo (trocadilho não intencional, peço desculpas pela piada ruim), o filme se perde um pouco no terceiro ato, aqui o diretor, que também é o roteirista, precisa dar um fim para todos os personagens, funcionou, mas não foi muito mais do que satisfatório.
Baby Driver é um filme divertidíssimo, e muito provavelmente vai ficar no meu top 10 filmes desse ano.
O episódio começa com Oz sendo perseguido por dois palhaços, e eu devo dizer que embora eu soubesse que era um sonho, eu fiquei tenso, isso por causa da maravilhosa direção desse episódio, cujo único defeito foi ter apelado demais para jumpscares, em minha opinião.
O show de atuações continua, Winter, Ivy, Kai, Oz, estão excelentes, a exceção aqui é a Sarah Paulson, que já está irritante, ela se resume a gritos e choro na maior parte das cenas, eu diria que isso é 90% culpa dela e 10% culpa do roteiro.
Ah, o Twisty volta, mas a aparição dele continua sendo puro Fan-service, embora faça sentido dentro do contexto estabelecido no ultimo episódio.
Don´t be afraid of the dark é melhor que o primeiro episódio, embora a atuação de Sarah Paulson possa cansar algumas pessoas.
A história da vez são as eleições dos Estados Unidos, ponto para o roteiro por não priorizar apenas um lado (Pró-Trump ou Anti-Trump) Mas sim mostrar o extremo dos dois. A história tem dois núcleos: O núcleo da personagem Ally (Anti Trump) Que fica completamente chocada a vitória de Donald Trump, chegando ao ponto de chorar, por isso ela tem várias fobias desencadeadas, as mais exploradas foram seu medo de buracos e seu medo de palhaços (que rende uma ótima sequência em um super-mercado) E o núcleo do Kai (Pró Trump) Evan Peters está ótimo como sempre, a história dele não foi muito explorada ainda, o que não me deixa muita coisa para falar dele, mas podemos ver que Kai é um personagem desprezível. Eu gostei das atuações, Colton Haynes aparece pouco, então não tenho como julgá-lo. A aparição de Twisty é justificada, mas soou um tanto forçada e deixa a impressão de ser apenas um Fan-service, mas essa opinião pode mudar caso ele tenha uma participação maior. Outro ponto positivo foi Billie Lourd como Winters, a irmã de Kai e toda a sua trama com o filho de Ally. Nota: 8 Não quero que o texto fique muito longo então vou parar por aqui.
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A Babá
3.1 968 Assista AgoraÉ um bom passatempo e muito divertido.
Nota: 6 de 10.
American Horror Story: Cult (7ª Temporada)
3.6 487 Assista AgoraAmerican Horror Story 7X06: Mid-Western Assassin.
Mais um excelente episódio.
Umas das coisas que eu mais estou gostando nessa temporada é o foco nos personagens, o roteiro escolhe apenas dois ou três deles para ser o foco do episódio e os desenvolve muito bem.
A reviravolta da Meadow foi muito boa, impediu que ela fosse só mais uma vira-casaca.
E ponto para a cena do tiroteio, que foi muito bem dirigida.
E a revelação do fato da Ivy "odiar" a Ally por querer ter sido quem carregou o Ozzy na barriga foi boa.
Nota: 8 de 10.
The Good Doctor: O Bom Doutor (1ª Temporada)
4.3 255 Assista AgoraThe Good Doctor: 1X03: Oliver.
Se tem algo que me faz admirar uma série, esse algo é a capacidade de inovar e arriscar sem medo, e esse episódio fez isso e fez muito bem.
Sim, nós ainda temos uma trama no hospital, mas aqui o foco é de Shaun e Claire, que precisam transportar um fígado em segurança.
E se vocês prestarem atenção, esse episódio traz uma critica social.
Os chefes do hospital querem que o paciente VIP seja bem tratado e que sua cirurgia seja um sucesso custe o que custar, esse paciente é um homem rico e branco que, caso a cirurgia seja bem sucedida, doará dinheiro ao hospital.
Já o paciente que precisa do fígado, um homem negro e pobre, tem o fígado negado mesmo que a cirurgia possa dar certo, para não manchar a imagem do hospital caso ela dê errado.
Enfim, The Good Doctor pode não ser perfeita, mas me surpreendeu bastante até aqui.
Nota: 8 de 10.
Seu Nome
4.5 1,5KUm dos meus filmes favoritos de 2016, eu nunca chorei em um filme, mas esse foi quase.
Nota: 8 de 10.
A Rede Social
3.6 3,1K Assista AgoraÉ um bom filme para passar o tempo.
Nota: 6,5 de 10.
Minha Mãe é Uma Peça 2
3.5 803Uma das piores decisões que você pode tomar na sua vida é ver esse filme. Sério.
Ele é arrastado, tem uma hora e tantos e parece que eu estava vendo a versão estendida dos filmes da saga O Senhor dos Anéis, só que sem qualidade.
Nota: 1 de 10.
The Good Doctor: O Bom Doutor (1ª Temporada)
4.3 255 Assista AgoraPrimeiras impressões: 1X01 e 1X02.
O primeiro episódio é apenas mediano, tem uns diálogos fracos e atuações bem mais ou menos (Com exceção de Freddie Highmore, que está sempre bem).
O segundo episódio melhora consideravelmente, embora ainda tenha alguns problemas.
Gostei muito das cenas em que o protagonista "visualiza" os procedimentos.
Nota: 7 de 10. Irei acompanhar.
American Horror Story: Cult (7ª Temporada)
3.6 487 Assista AgoraAmerican Horror Story – 7X05: Holes
Finalmente um episódio bom.
Depois de dois episódios de qualidade duvidosa (sendo muito generoso), AHS: Cult, volta com tudo e monstra a que veio.
Enquanto no episódio anterior o núcleo de Ally não teve nenhum destaque, aqui o tempo em tela é muito melhor dosado, e parece que temos Ivy sendo uma bela traidora, não é mesmo?
Todas as atuações continuam bem, com destaques para Evan Peters (Kai) e Adina Porter (Beverly).
Também foi bom saber um pouco mais sobre Kai e seu irmão, enfim, espero que o resto da temporada possa seguir esse padrão de quelidade.
E que cena foi aquela do escravo? Foi, pelo menos para mim, um misto de dó e aflição, espero que a série desenvolva melhor isso. Vale citar também a morte do RJ, que também me deixou bastante aflito.
Nota: 8 de 10.
Baywatch: S.O.S. Malibu
2.8 447 Assista AgoraTem chroma key tosco, uma história bem mais ou menos.
MAS não se leva a sério na maior parte do tempo e é muito divertido.
Nota: 6 de 10
American Horror Story: Cult (7ª Temporada)
3.6 487 Assista Agora7x04 11/9
Demorei, mas vi.
Tá, pior episódio da temporada até agora, o que é perigoso considerando que eu achava que o pior episódio ia ser o terceiro.
Sim, eu queria explicações, mas fazer UM FUCKING EPISÓDIO INTEIRO SÓ DE EXPLICAÇÃO É UM EXAGERO NÉ MEU.
Eu gosto de fazer analises sobre os aspectos técnicos, mas esse nem vale a pena, só digo que o Evan Peters levou o episódio nas costas.
Nota: 4,5 de 10
American Horror Story: Cult (7ª Temporada)
3.6 487 Assista Agora7x03 Neighbors from Hell
E temos o primeiro deslize da temporada.
Depois de dois episódios incríveis, AHS: Cult volta com um episódio bem meia boca para o padrão estabelecido até agora.
O que condena esse episódio é a falta de conteúdo, servindo simplesmente para criar tramas, o grupo que protesta contra Ally, Ivy indo embora, o caminhão misterioso, a aparente morte de uma vizinha, as protagonistas sendo marcadas pelo assassino e a cruel morte de um porquinho da india.
Tudo isso é inserido mas nada é realmente desenvolvido.
Porém nem tudo está perdido, algo que me agradou bastante nesse episódio foi a direção, que tem um bom jogo de câmera, fazendo um uso bem decente do ângulo holandês, passando a ideia de que algo estranho está acontecendo.
Ponto também para a edição, que dá um bom ritmo ao episódio e conta com boas transições. Ah, a atuação da Sarah Paulson finalmente está melhor, vamos levantar as mão aos céus e louvar o deus da atuação por essa benção.
Nota: 6 (R.I.P Senhor Indiano 2017-2017. Um bom porquinho da índia e amado animal de estimação)
Em Ritmo de Fuga
4.0 1,9K Assista AgoraEdgar Wright nos entrega mais um maravilhoso filme, aliás, considero este o segundo melhor filme do diretor, perdendo apenas para Scott Pilgrim Contra o mundo .
A direção de Wright é excelente, as cenas de fuga, que são o trunfo do filme, são tão bem dirigidas e montadas que você nem sequer percebe o tempo passar.
Aliás, vale a pena falar da montagem do filme, que dá um excelente ritmo para a história, o filme tem um pouco mais de 1H50MIN e parece bem menos.
O primeiro ato foca em nos apresentar os personagens, Baby, Bats, Darling, Buddy e Doc, que nos acompanharão até o ato final do filme, o segundo ato já desacelera o ritmo (trocadilho não intencional, peço desculpas pela piada ruim), o filme se perde um pouco no terceiro ato, aqui o diretor, que também é o roteirista, precisa dar um fim para todos os personagens, funcionou, mas não foi muito mais do que satisfatório.
Baby Driver é um filme divertidíssimo, e muito provavelmente vai ficar no meu top 10 filmes desse ano.
Nota: 9
American Horror Story: Cult (7ª Temporada)
3.6 487 Assista Agora7X02: Don’t Be Afraid of the Dark
O episódio começa com Oz sendo perseguido por dois palhaços, e eu devo dizer que embora eu soubesse que era um sonho, eu fiquei tenso, isso por causa da maravilhosa direção desse episódio, cujo único defeito foi ter apelado demais para jumpscares, em minha opinião.
O show de atuações continua, Winter, Ivy, Kai, Oz, estão excelentes, a exceção aqui é a Sarah Paulson, que já está irritante, ela se resume a gritos e choro na maior parte das cenas, eu diria que isso é 90% culpa dela e 10% culpa do roteiro.
Ah, o Twisty volta, mas a aparição dele continua sendo puro Fan-service, embora faça sentido dentro do contexto estabelecido no ultimo episódio.
Don´t be afraid of the dark é melhor que o primeiro episódio, embora a atuação de Sarah Paulson possa cansar algumas pessoas.
Nota: 8.5
American Horror Story: Cult (7ª Temporada)
3.6 487 Assista Agora7X01 - Election Night
A história da vez são as eleições dos Estados Unidos, ponto para o roteiro por não priorizar apenas um lado (Pró-Trump ou Anti-Trump) Mas sim mostrar o extremo dos dois. A história tem dois núcleos:
O núcleo da personagem Ally (Anti Trump) Que fica completamente chocada a vitória de Donald Trump, chegando ao ponto de chorar, por isso ela tem várias fobias desencadeadas, as mais exploradas foram seu medo de buracos e seu medo de palhaços (que rende uma ótima sequência em um super-mercado)
E o núcleo do Kai (Pró Trump) Evan Peters está ótimo como sempre, a história dele não foi muito explorada ainda, o que não me deixa muita coisa para falar dele, mas podemos ver que Kai é um personagem desprezível.
Eu gostei das atuações, Colton Haynes aparece pouco, então não tenho como julgá-lo.
A aparição de Twisty é justificada, mas soou um tanto forçada e deixa a impressão de ser apenas um Fan-service, mas essa opinião pode mudar caso ele tenha uma participação maior.
Outro ponto positivo foi Billie Lourd como Winters, a irmã de Kai e toda a sua trama com o filho de Ally.
Nota: 8
Não quero que o texto fique muito longo então vou parar por aqui.