O filme é magnífico. Não assisto qualquer coisa. Espero. Seleciono. Leio sobre o filme. Ouço sugestões. Tudo isso para não correr o risco de perder tempo com porcarias. Brad Pitt não é só um rostinho bonito em Hollywood. Cada vez mais se consolida com um grande fazedor de arte. O filme, como foi dito, não é sobre beisebal, apesar de conter o beiseball como pano de fundo. Se trata, sim, de uma história de vida que só aqueles que já passaram pelo drama de uma crise de meia idade saberão apreciar. No drama a gente vê Beane (Brad Pitt) encarnando o papel de um gerente de esportes, que, ao invés de sucumbir à amargura de não ter se tornado um grande jogador de beisebal, resolve embarcar em uma jornada de auto conhecimento e reflexão sobre seu próprio passado e as escolhas que determinaram o rumo de sua vida. Durante o desenrolar da trama, Beane lida com todas as questões e desafios do seu cotidiano com uma inteligência emocional de dar inveja. O filme fala sobre ciência mas não a trata como um deus ante o qual devemos nos submeter, tampouco a despreza como inválida. Beane, junto com seu assistente Peter (Jonan Hill) desenvolvem uma relação mista de mentoria e profissionalismo. Suficiente para onde a história queria nos levar. Isso porque o desfecho se dá na relação de amor entre Beane e sua filha, que ama e entende o seu pai como um "perdedor" que soube lidar com suas perdas com uma postura radicalmente vitoriosa, tendo assim a sua mais profunda e verdadeira admiração.
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Deus da Carnificina
3.8 1,4KTalvez eu seja o único que leu o enredo da peça teatral no livro. Tentou se adaptar para o cinema, mas não ficou muito bom. Nota 3.5
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A Invenção de Hugo Cabret
4.0 3,6K Assista AgoraChorei duas vezes.
À Espera de Um Milagre
4.4 2,1K Assista AgoraThis film made me realize what evil is.
O Homem que Mudou o Jogo
3.7 942 Assista AgoraO filme é magnífico. Não assisto qualquer coisa. Espero. Seleciono. Leio sobre o filme. Ouço sugestões. Tudo isso para não correr o risco de perder tempo com porcarias. Brad Pitt não é só um rostinho bonito em Hollywood. Cada vez mais se consolida com um grande fazedor de arte. O filme, como foi dito, não é sobre beisebal, apesar de conter o beiseball como pano de fundo. Se trata, sim, de uma história de vida que só aqueles que já passaram pelo drama de uma crise de meia idade saberão apreciar. No drama a gente vê Beane (Brad Pitt) encarnando o papel de um gerente de esportes, que, ao invés de sucumbir à amargura de não ter se tornado um grande jogador de beisebal, resolve embarcar em uma jornada de auto conhecimento e reflexão sobre seu próprio passado e as escolhas que determinaram o rumo de sua vida. Durante o desenrolar da trama, Beane lida com todas as questões e desafios do seu cotidiano com uma inteligência emocional de dar inveja. O filme fala sobre ciência mas não a trata como um deus ante o qual devemos nos submeter, tampouco a despreza como inválida. Beane, junto com seu assistente Peter (Jonan Hill) desenvolvem uma relação mista de mentoria e profissionalismo. Suficiente para onde a história queria nos levar. Isso porque o desfecho se dá na relação de amor entre Beane e sua filha, que ama e entende o seu pai como um "perdedor" que soube lidar com suas perdas com uma postura radicalmente vitoriosa, tendo assim a sua mais profunda e verdadeira admiração.