A série faz emergir o lado bom da vida, o leve frescor da amizade, do encontro, da superação, tudo numa linguagem muito agradável , com muito boas atuações. Merecemos uma segunda temporada.
Segue de perto a série turca Cemitério, que tem um desenvolvimento bem melhor e uma qualidade de enredo e dinâmica muito superior, apesar dos toques novelescos peculiares a emotividade presente na cultura turca. Dept Q é bem inferior a série turca, mas tem alguns méritos, apesar de poucos
Uma boa série, que não é uma comédia de espionagem, é mais uma sátira de um serviço secreto que deveria ser um dos melhores do mundo, mas que luta contra seus próprios pares e seu próprio país. Na temporada 2 eles terminam fazendo tudo o que não deveria ser feito para a resolução de um grande problema. Parece que o editor vai arrastando a série para mais episódios, tornando insolúveis situações que resolveriam a trama.
Representações e trama envolvente, a série demonstra a manutenção da superioridade do cinema e produção Argentina na América Latina. Entendo que a partir do sétimo episódio todo enredo se desvirtua da coluna mestra que segura um traçado envolvente para fechar num último episódio fraco e desconexo, mas muito boa série.
Jennifer Aniston está incrível, quase uma Meryl Streep; Reese Witherspoon também, incrível, quase uma Raquel MacAdams. A série é inteligente e trás um enfoque excelente sobre egos, medos, psicoses...nas entranhas da fama e da infraestrutura responsável por ela. Muito boa!
O documentário seguia uma linha claramente científica, dentro dos mais estreiros níveis do critério biológico. Considerava em cada abordagem a fialidade da total ausência de violência e agressividade, mas completa e equanime manifestação do instinto dos animais. Evidenciava a beleza, a elegência e o vigor da evolução, que afinal de contas se manifesta em nós, mamíferos do reino Animal e única espécie com consciência própria, e única em que a violência, a crueldade e a agressividade se expressam.
A série possui uma densidade envolvente catalizada por interpretações excepcionais. Kate Winslet está, porque é, fenomenal. Talvez uma redução no clima deprê presente em todo o contexto fizesse bem.
Uma boa narrativa postural, sem as fixações da desgastada heroicidade hollywoodiana, o enredo transfere uma carga densa que contrasta com o eleito por mais um ano o país com maior nível de qualidade de felicidade social da UE. O que flagra dicotomicamente todo o perímetro de impacto é a figura dissociativa da protagonista, que não interage com ninguém, como se fosse alheia ao próprio enredo. Contraste paradoxal com a figura que protagoniza o policial Andrei na série Islandesa Traped, que mesmo soturno, demonstra interatividade humana coerente com a trama.
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Pelo Caminho
3.6 9 Assista AgoraA série faz emergir o lado bom da vida, o leve frescor da amizade, do encontro, da superação, tudo numa linguagem muito agradável , com muito boas atuações. Merecemos uma segunda temporada.
StartUp (1ª Temporada)
4.0 35Vai ficando desconexa, sem sentido, inventam-se mudanças no roteiro que não fazem relação alguma. Muito ruim.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 340 Assista AgoraO olhar crítico transpira uma crítica ácida bem similar à proposta pelo filme "Não olhe para cima". Até o segundo episódio uma apresentação primorosa
Dept. Q (1ª Temporada)
3.9 88 Assista AgoraSegue de perto a série turca Cemitério, que tem um desenvolvimento bem melhor e uma qualidade de enredo e dinâmica muito superior, apesar dos toques novelescos peculiares a emotividade presente na cultura turca. Dept Q é bem inferior a série turca, mas tem alguns méritos, apesar de poucos
Dia Zero
3.3 56 Assista AgoraInteligente e bem inspirada, a série ganha com a força de De Niro, com seu carisma intacto. Bom enredo e bom desenvolvimento, é uma boa série.
Slow Horses (1ª Temporada)
3.9 37 Assista AgoraUma boa série, que não é uma comédia de espionagem, é mais uma sátira de um serviço secreto que deveria ser um dos melhores do mundo, mas que luta contra seus próprios pares e seu próprio país. Na temporada 2 eles terminam fazendo tudo o que não deveria ser feito para a resolução de um grande problema. Parece que o editor vai arrastando a série para mais episódios, tornando insolúveis situações que resolveriam a trama.
O Jardim de Bronze (1ª Temporada)
4.0 42 Assista AgoraRepresentações e trama envolvente, a série demonstra a manutenção da superioridade do cinema e produção Argentina na América Latina. Entendo que a partir do sétimo episódio todo enredo se desvirtua da coluna mestra que segura um traçado envolvente para fechar num último episódio fraco e desconexo, mas muito boa série.
The Morning Show (1ª Temporada)
4.3 224Jennifer Aniston está incrível, quase uma Meryl Streep; Reese Witherspoon também, incrível, quase uma Raquel MacAdams. A série é inteligente e trás um enfoque excelente sobre egos, medos, psicoses...nas entranhas da fama e da infraestrutura responsável por ela. Muito boa!
O Mundo Animal
4.3 4O documentário seguia uma linha claramente científica, dentro dos mais estreiros níveis do critério biológico. Considerava em cada abordagem a fialidade da total ausência de violência e agressividade, mas completa e equanime manifestação do instinto dos animais. Evidenciava a beleza, a elegência e o vigor da evolução, que afinal de contas se manifesta em nós, mamíferos do reino Animal e única espécie com consciência própria, e única em que a violência, a crueldade e a agressividade se expressam.
Mare of Easttown
4.4 694 Assista AgoraA série possui uma densidade envolvente catalizada por interpretações excepcionais. Kate Winslet está, porque é, fenomenal. Talvez uma redução no clima deprê presente em todo o contexto fizesse bem.
Deadwind (1ª Temporada)
3.6 53 Assista AgoraUma boa narrativa postural, sem as fixações da desgastada heroicidade hollywoodiana, o enredo transfere uma carga densa que contrasta com o eleito por mais um ano o país com maior nível de qualidade de felicidade social da UE. O que flagra dicotomicamente todo o perímetro de impacto é a figura dissociativa da protagonista, que não interage com ninguém, como se fosse alheia ao próprio enredo. Contraste paradoxal com a figura que protagoniza o policial Andrei na série Islandesa Traped, que mesmo soturno, demonstra interatividade humana coerente com a trama.