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25 years (BRA)
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“Reconhecer que cada molécula que constrói nosso corpo, e os átomos que constroem as moléculas, podem ser rastreados até os núcleos incandescentes de estrelas de alta massa que explodiram e lançaram seus interiores quimicamente ricos na Galáxia, enriquecendo quimicamente nuvens de gás primordiais com a química da vida. Desta forma, estamos todos conectados: biologicamente uns com os outros; quimicamente com a Terra e atomicamente com o resto do universo. Isto é maravilhoso. Isto me faz sorrir e, na verdade, isto me traz uma sensação de grandeza. Não que sejamos melhores que o universo, nós somos parte dele. Estamos no universo e o universo está em nós.”

Bio: 25 Anos terráqueo – Pastafarianista (Ateia) – Libertária (AnCap) – Adepta à filosofia Epicurista e Objetivista – Cursando Física – Apreciadora do humor negro, do racionalismo, de games, livros e de bons vinhos.

Twitter: @flaviamfs_

Últimas opiniões enviadas

  • Flávia

    Que filme maravilhoso!

    Me emocionei já durante a metade do filme, chorei no final (e não sou de chorar com qualquer filme, mesmo que tenha drama e tal), enfim, é uma verdadeira lição e importância de "Pensar por si próprio" e aproveitar o dia, sermos o capitão de nossas vidas e cultivar as coisas mais belas e humanas: A arte, o romance e a poesia.

    Nota mil!

    :')

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  • Flávia

    Achei a forma como o documentário foi conduzido meio "boring", embora a história em si dele seja interessante, mas não surpreendente. Porém, isso não isenta o fato dele ter criado uma das coisas mais incríveis e importantes pra humanidade, além de ter a habilidade da memória fotográfica, ainda sim ser persistente em fazer esses mecanismos funcionarem, a perspicácia em ir adiante com seus projetos mesmo quando todos ou maioria duvidavam deles. Tesla não apenas criou a corrente alternada, a bobina de Tesla e tal, como também transformou completamente a forma de viver da humanidade, em vários aspectos, já que a eletricidade está presente na maior parte do nosso cotidiano e por isso, acho lastimável que ele não seja uma pessoa tão reconhecida ou relembrada quanto merecia. Em suma, vale a pena sim assistir o documentário e se inspirar nessa personalidade até um tanto intrínseca, com suas obsessões esquisitas sobre ter coisas divisíveis por três e sua vaidade da qual eu admiro, afinal ele prezava pela beleza tanto interna quanto externa, acho isso um sinal de uma pessoa que busca excelência de si próprio, logo, uma virtude.

    Nota 10 para suas criações e nota 8.0 pela forma como conduziram o documentário.

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  • Flávia

    Pra quem assistiu e não gostou, vamos esclarecer algumas coisas:
    - O filme de fato é parado, mas não é parado porque é ruim ou é ruim porque é parado, e sim porque faz parte do contexto, ou seja, da mensagem que o autor da obra quer passar sobre o antagonista (vou falar mais sobre adiante).

    - Primeiramente vamos observar bem o corte de cabelo do Chigurh, não é um corte comum entre os vilões, então isso já transmite algo intrínseco nesse personagem e também icônico.

    - Chigurh age friamente e é de poucas palavras, mas quando fala, ele põe a própria vítima em conflito com si própria, desprezando muitas vezes suas respostas e reações, justamente porque ele não tem uma linha de pensamento igual a do senso comum (e seus raciocínios fazem bastante sentido, mesmo ele sendo um psicótico). O filme é mais um terror psicológico e é por isso que há poucos diálogos e por isso ele parece ser "parado", porque o próprio vilão é silencioso e o filme transmite o medo pelo suspense que gera com esse silêncio, que de certa forma nos deixa à mercê do mistério em saber qual atitude ele vai tomar, afinal ele pode tanto poupar a vítima quando condená-la.

    - O filme também aborda sobre como nós não podemos ter o controle de tudo, mesmo que nós façamos planos e escolhas, ainda sim, estamos sujeitos ao "acaso", e isso fica perceptível em um dos diálogos que ele tem sentado numa poltrona com outro personagem, ao questioná-lo sobre seguir as regras e no fim, ele ter tido um encontro com a própria morte, mesmo planejando não morrer naquele instante.

    - E uma das coisas mais interessantes é que como o ser humano não tem controle do seu destino, não completamente, consequentemente o ser humano acaba se igualando aos demais animais e por isso o vilão usa a arma que usa, essa arma é usada para abater gados, e pela fragilidade do ser humano em relação ao destino, ele considera seres humanos iguais á gados, e até tem uma fala que ele diz algo sobre "todos dizerem a mesma coisa" diante de uma ameaça letal.

    Em suma, espero ter sanado algumas duvidas e explicado o motivo do filme ser tão parado e parecer vago, a única coisa que achei negativa é não terem explorado o passado do Chigurh, pois isso tornaria ao meu ver a história mais interessante, mas de todo o resto, o filme é muito bom até se avaliado corretamente. A história não é só sobre um assassino e um mercenário, é sobre a teoria do caos também, crítica ao senso comum e reflexões sobre insanidade.

    Eu basicamente resumi a explicação desse vídeo, caso alguém queira assistir: https://www.youtube.com/watch?v=J39D4x9ldRg&t=627s

    Na minha opinião, o filme vale nota 8.0 =)

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