O diretor John Cameron Mitchell entrega pra quem não está acostumado uma versão menos otimista no pós tragédia vivido por Nicole Kidman e Aaron Eckhart. Muito mais inspirado pela força do diálogo entre o casal do que pela superação da perda do filho em si, é possível ver uma versão mais realista de como as coisas acontecem, as pessoas não esquecem simplesmente e seguem em frente, por isso para os acostumados a finais mais conclusivos, logo menos subjetivos, talvez não sintam tanto por esse filme, que não chega a ser um dramalhão para você terminar de ver com o rosto inchado e coberto por lágrimas, muita simpatia, pois em alguns momentos é realmente difícil entender e "aguentar" as variações de humor de Becca e a convivência quase inaceitável com seu marido Howie. Para equilibrar o clima tenso entre o casal personagens como o de Salli Saffioti (mãe de Becca) e Sandra Oh (veterana no grupo de apoio), acrescentam respectivamente emoção e humor a trama, que logo no começo fica mais tensa com a notícia da irmã de Becca (Ali Marsh) está grávida. Sim, o título em português entrega a promessa, mas não espere um simples "happy end", ele não acontecerá, assim como na vida real a mensagem mais importante do longa é o poder do diálogo para a recuperação de uma família devastada pelo destino, e como sintonizar as reações e os modos de superação entre as pessoas. Bom filme! Realmente simples e tocante.
O que falar sobre um filme quase perfeito? A precisão temporal (tirando alguns erros de continuidade) é quase impecável. Até a interpretação de Steve Carrel surpreende, deixando um pouco de lado os personagens estúpidos de filmes anteriores, pra encarnar com destreza um homem de meia idade inseguro, que perdeu o interesse no seu casamento. Julianne Moore e Emma Stone mais uma vez impecáveis juntamente com Ryan Gosling (o novo queridinho da américa) transformando o que poderia ser apenas mais um filme com histórias cruzadas, em uma divertida história, cheia de reviravoltas e situações interessantes, surpreendendo a cada instante. Reverenciem também Marisa Tomei que rouba a cena em seus poucos minutos de atuação, mostrando que personagens secundários tem seu lugar sob os holofotes em um palco repleto de estrelas. Nota 10 mesmo com alguns errinhos super aceitáveis.
Filme perfeito, muito bem ambientado, com várias histórias fortes, e atuações marcantes, que deixaram até mesmo a ótima Emma Stone um tanto apagada no decorrer da trama, uma vez que seu personagem apesar de ser o "principal" é apenas o objeto para o desenvolvimento da história. O que deixa espaço para as atuações carismáticas de Octavia Spencer, Anna Camp e Viola Davis, elas conseguem segurar a trama para que o filme não seja pesado demais, dando um tom de humor, ao mesmo tempo em que vivem histórias muito fortes, com um extraordinário poder de atuação elas conseguem balancear o filme de forma encantadora. Mas não só de boas moças é feito o longa, que conta com uma atuação mais que brilhante de Bryce Dallas Howard que comanda a trupe de donas de casa bem a linha Desperate Housewives da década de 60. Enfim, um filme pra rir e chorar muito, repensar conceitos que até hoje são agravantes para sociedade moderna.Além de ser um filme que todos podem assistir e se identificar com um roteiro simples, dinâmico e interessante que te mantém de olho na tela mesmo em seus momentos mais lentos.
O que dizer? Mais um daqueles filmes que se assiste só porque não tem nada pra fazer, história fofurinha com roteiro bem adaptado para garantir a audiência adolescente. Vanessa Hudgens tentando apagar a imagem High School, ainda não, talvez Sucker Punch tenha sido uma tentativa válida, mas A Fera trouxe de volta o perfil mocinha indefesa da atriz que só atua em romances ou musicais adolescentes. Alex Pettyfer garante a parte do galã egocêntrico que muda de vida após sofrer com a maldição lançada por ninguém menos que Mary-Kate Olsen, que aparece sorrateiramente em algumas cenas pra fazer a bruxa má do século 21. Filme fofurinha que todos conhecem o começo, o meio e o final. Vale a pena pra quem gosta de ver filme com gente bonita e sem muitas surpresas no decorrer da trama. Nada de esperar cenas de tirar o fôlego ou algo do tipo, só mais um romance adolescente pra matar aquele dia de tédio.
Filme trás elenco poderoso, além do Tom Cruise claro, que prova mais uma vez que existem ainda outras tantas missões impossíveis a serem realizadas. Neste longa vemos menos ação que no último, onde tudo que se podia ouvir no cinema eram explosões, muita gritaria e personagens morrendo a rodo. Com uma equipe competente o novo filme vem mais balanceado, com toques de humor e um roteiro mais complexo, apesar de no fim tudo se tratar de salvar o mundo através de um pequeno botão. A cena prometida como a mais "quente" do filme, não deixou a desejar, no prédio mais alto do mundo aposto que ninguém ficou sem prender o ar por alguns segundos. A referencia a cena clássica em que o personagem salta e fica a poucos milímetros, desta vez de uma hélice, ficou por conta do ator Jeremy Renner, que ganhou bastante destaque durante a trama com um personagem ao mesmo tempo perturbado e carismático. Ainda temos os "bons" e velhos vilões inexpressivos que nesse filme foram por demais utilizados, sem destaque pra nenhum deles, inclusive para bela Léa Seydoux, que entra e sai de cena despercebida, inclusive em sua cena de luta com Paula Patton, ela sim rouba a cena com uma personagem poderosa e cheia da raiva que todos simpatizam, em busca de vingança, conseguida de forma quase fácil e sem graça. Por fim, terminar a missão com a frase "Missão Cumprida" é motivo de piada até no roteiro, que de tão completo ainda nos entrega um momento ternurinha, pra abafar toda a pancadaria anterior. Pra quem gosta de ação, um ótimo filme!
Filme um tanto clichê, com atuações quase boas, Freddie Highmore (George) deixou o menino frágil de "O som do coração" para se tornar o adolescente "estranho" nessa trama que merecia um pouco mais de atenção para se tornar memorável. O papel da Emma Roberts (Sally) é ainda mais fraco, para uma adolescente que poderia ser mais forte, já que a mãe a criou para ser independente, ela parece ainda mais confusa e perdida que o personagem principal. De forma geral, é só mais um filme sobre adolescentes em crise com pais relapsos, destaque para Rita Wilson que passa da fase relapsa e começa a dar mais atenção ao filho em um tipo de união após uma crise familiar complexa. Com um final nada surpreendente os demais personagens passam batidos, sem destaque, até o "reforço" trazido por Elizabeth Reaser, ainda a deixa a margem como a personagem da saga crepúsculo que entrou para o elenco para dar algum destaque ao longa. No fim das contas é um filme agradável, para se assistir quando não se tem nada pra fazer e não se quer pensar muito sobre o que está aparecendo na tela.
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Reencontrando a Felicidade
3.5 614O diretor John Cameron Mitchell entrega pra quem não está acostumado uma versão menos otimista no pós tragédia vivido por Nicole Kidman e Aaron Eckhart. Muito mais inspirado pela força do diálogo entre o casal do que pela superação da perda do filho em si, é possível ver uma versão mais realista de como as coisas acontecem, as pessoas não esquecem simplesmente e seguem em frente, por isso para os acostumados a finais mais conclusivos, logo menos subjetivos, talvez não sintam tanto por esse filme, que não chega a ser um dramalhão para você terminar de ver com o rosto inchado e coberto por lágrimas, muita simpatia, pois em alguns momentos é realmente difícil entender e "aguentar" as variações de humor de Becca e a convivência quase inaceitável com seu marido Howie. Para equilibrar o clima tenso entre o casal personagens como o de Salli Saffioti (mãe de Becca) e Sandra Oh (veterana no grupo de apoio), acrescentam respectivamente emoção e humor a trama, que logo no começo fica mais tensa com a notícia da irmã de Becca (Ali Marsh) está grávida.
Sim, o título em português entrega a promessa, mas não espere um simples "happy end", ele não acontecerá, assim como na vida real a mensagem mais importante do longa é o poder do diálogo para a recuperação de uma família devastada pelo destino, e como sintonizar as reações e os modos de superação entre as pessoas.
Bom filme! Realmente simples e tocante.
Amor a Toda Prova
3.8 2,1K Assista AgoraO que falar sobre um filme quase perfeito? A precisão temporal (tirando alguns erros de continuidade) é quase impecável. Até a interpretação de Steve Carrel surpreende, deixando um pouco de lado os personagens estúpidos de filmes anteriores, pra encarnar com destreza um homem de meia idade inseguro, que perdeu o interesse no seu casamento. Julianne Moore e Emma Stone mais uma vez impecáveis juntamente com Ryan Gosling (o novo queridinho da américa) transformando o que poderia ser apenas mais um filme com histórias cruzadas, em uma divertida história, cheia de reviravoltas e situações interessantes, surpreendendo a cada instante. Reverenciem também Marisa Tomei que rouba a cena em seus poucos minutos de atuação, mostrando que personagens secundários tem seu lugar sob os holofotes em um palco repleto de estrelas. Nota 10 mesmo com alguns errinhos super aceitáveis.
Histórias Cruzadas
4.4 3,8K Assista AgoraFilme perfeito, muito bem ambientado, com várias histórias fortes, e atuações marcantes, que deixaram até mesmo a ótima Emma Stone um tanto apagada no decorrer da trama, uma vez que seu personagem apesar de ser o "principal" é apenas o objeto para o desenvolvimento da história. O que deixa espaço para as atuações carismáticas de Octavia Spencer, Anna Camp e Viola Davis, elas conseguem segurar a trama para que o filme não seja pesado demais, dando um tom de humor, ao mesmo tempo em que vivem histórias muito fortes, com um extraordinário poder de atuação elas conseguem balancear o filme de forma encantadora. Mas não só de boas moças é feito o longa, que conta com uma atuação mais que brilhante de Bryce Dallas Howard que comanda a trupe de donas de casa bem a linha Desperate Housewives da década de 60.
Enfim, um filme pra rir e chorar muito, repensar conceitos que até hoje são agravantes para sociedade moderna.Além de ser um filme que todos podem assistir e se identificar com um roteiro simples, dinâmico e interessante que te mantém de olho na tela mesmo em seus momentos mais lentos.
A Fera
2.9 2,0K Assista AgoraO que dizer? Mais um daqueles filmes que se assiste só porque não tem nada pra fazer, história fofurinha com roteiro bem adaptado para garantir a audiência adolescente. Vanessa Hudgens tentando apagar a imagem High School, ainda não, talvez Sucker Punch tenha sido uma tentativa válida, mas A Fera trouxe de volta o perfil mocinha indefesa da atriz que só atua em romances ou musicais adolescentes.
Alex Pettyfer garante a parte do galã egocêntrico que muda de vida após sofrer com a maldição lançada por ninguém menos que Mary-Kate Olsen, que aparece sorrateiramente em algumas cenas pra fazer a bruxa má do século 21.
Filme fofurinha que todos conhecem o começo, o meio e o final. Vale a pena pra quem gosta de ver filme com gente bonita e sem muitas surpresas no decorrer da trama. Nada de esperar cenas de tirar o fôlego ou algo do tipo, só mais um romance adolescente pra matar aquele dia de tédio.
Missão: Impossível - Protocolo Fantasma
3.7 1,7K Assista AgoraFilme trás elenco poderoso, além do Tom Cruise claro, que prova mais uma vez que existem ainda outras tantas missões impossíveis a serem realizadas. Neste longa vemos menos ação que no último, onde tudo que se podia ouvir no cinema eram explosões, muita gritaria e personagens morrendo a rodo. Com uma equipe competente o novo filme vem mais balanceado, com toques de humor e um roteiro mais complexo, apesar de no fim tudo se tratar de salvar o mundo através de um pequeno botão. A cena prometida como a mais "quente" do filme, não deixou a desejar, no prédio mais alto do mundo aposto que ninguém ficou sem prender o ar por alguns segundos. A referencia a cena clássica em que o personagem salta e fica a poucos milímetros, desta vez de uma hélice, ficou por conta do ator Jeremy Renner, que ganhou bastante destaque durante a trama com um personagem ao mesmo tempo perturbado e carismático. Ainda temos os "bons" e velhos vilões inexpressivos que nesse filme foram por demais utilizados, sem destaque pra nenhum deles, inclusive para bela Léa Seydoux, que entra e sai de cena despercebida, inclusive em sua cena de luta com Paula Patton, ela sim rouba a cena com uma personagem poderosa e cheia da raiva que todos simpatizam, em busca de vingança, conseguida de forma quase fácil e sem graça.
Por fim, terminar a missão com a frase "Missão Cumprida" é motivo de piada até no roteiro, que de tão completo ainda nos entrega um momento ternurinha, pra abafar toda a pancadaria anterior.
Pra quem gosta de ação, um ótimo filme!
A Arte da Conquista
3.4 902Filme um tanto clichê, com atuações quase boas, Freddie Highmore (George) deixou o menino frágil de "O som do coração" para se tornar o adolescente "estranho" nessa trama que merecia um pouco mais de atenção para se tornar memorável. O papel da Emma Roberts (Sally) é ainda mais fraco, para uma adolescente que poderia ser mais forte, já que a mãe a criou para ser independente, ela parece ainda mais confusa e perdida que o personagem principal. De forma geral, é só mais um filme sobre adolescentes em crise com pais relapsos, destaque para Rita Wilson que passa da fase relapsa e começa a dar mais atenção ao filho em um tipo de união após uma crise familiar complexa. Com um final nada surpreendente os demais personagens passam batidos, sem destaque, até o "reforço" trazido por Elizabeth Reaser, ainda a deixa a margem como a personagem da saga crepúsculo que entrou para o elenco para dar algum destaque ao longa. No fim das contas é um filme agradável, para se assistir quando não se tem nada pra fazer e não se quer pensar muito sobre o que está aparecendo na tela.