Brasileiro é preguiçoso, gosta de coisa fácil, final pronto pra não ter que pensar, e se tiver que pensar um pouco sobre é porque o filme não presta. O roteiro é maravilhoso, os atores idem, te faz refletir o tempo todo te colocando no lugar do Bruno , e quando o filme acaba, você, que não tem preguiça é claro, continua a tentar entender o porque daquele fim, tentar entender o porque das pessoas sumirem e o porque aquela mulher foi a única que restou. E a cadeira, o que tem aquela cadeira a ver com tudo isso? Simplesmente NADA. E era isso que o Bruno precisa entender, que não foi por não comprar a cadeira que o casamento dele acabou, e sim por outras coisas, ele só precisava ACEITAR. Aceitar que era o fim daquele relacionamento. Aceitar que não foi apenas por uma coisa e sim por muitas que ele deixou de fazer, porque a verdade é que as pessoas se acomodam nas situações, acham que não precisam demonstrar com tanta frequência o que sente pela outra pessoa. E não falo só em dizer o que sente não, tem que demonstrar com atitudes também, todos os dias, quantas vezes puder. A rotina da vida nos desgasta, nos faz esquecer o que realmente importa, e quando algo chega ao fim, não entendemos o porque, não aceitamos que seja daquela forma e tentamos culpar o mundo, menos a nós mesmos. E foi o que o Bruno fez, ficou se perguntando se a ex tinha outro, o que seria um possível motivo para o término, culpou até a CADEIRA, achando que tudo acabou simplesmente por ele não tê-la comprado. E o Bruno se viu ali, perdido em um limbo, cheio de angústia e solidão, de onde só sairia a partir da ACEITAÇÃO. O primeiro sinal de aceitação do Bruno foi o momento em que ele jogou a cadeira fora, foi quando notou a existência de alguém que, em algum momento demonstrou interesse nele.
Para quem está criticando o Fábio Porchat, volta para os seus filmes com finais prontos e óbvios, pra você parecer um pouco inteligente migo! :)
Entre Abelhas
3.4 834Brasileiro é preguiçoso, gosta de coisa fácil, final pronto pra não ter que pensar, e se tiver que pensar um pouco sobre é porque o filme não presta.
O roteiro é maravilhoso, os atores idem, te faz refletir o tempo todo te colocando no lugar do Bruno , e quando o filme acaba, você, que não tem preguiça é claro, continua a tentar entender o porque daquele fim, tentar entender o porque das pessoas sumirem e o porque aquela mulher foi a única que restou.
E a cadeira, o que tem aquela cadeira a ver com tudo isso? Simplesmente NADA. E era isso que o Bruno precisa entender, que não foi por não comprar a cadeira que o casamento dele acabou, e sim por outras coisas, ele só precisava ACEITAR.
Aceitar que era o fim daquele relacionamento. Aceitar que não foi apenas por uma coisa e sim por muitas que ele deixou de fazer, porque a verdade é que as pessoas se acomodam nas situações, acham que não precisam demonstrar com tanta frequência o que sente pela outra pessoa. E não falo só em dizer o que sente não, tem que demonstrar com atitudes também, todos os dias, quantas vezes puder.
A rotina da vida nos desgasta, nos faz esquecer o que realmente importa, e quando algo chega ao fim, não entendemos o porque, não aceitamos que seja daquela forma e tentamos culpar o mundo, menos a nós mesmos.
E foi o que o Bruno fez, ficou se perguntando se a ex tinha outro, o que seria um possível motivo para o término, culpou até a CADEIRA, achando que tudo acabou simplesmente por ele não tê-la comprado. E o Bruno se viu ali, perdido em um limbo, cheio de angústia e solidão, de onde só sairia a partir da ACEITAÇÃO.
O primeiro sinal de aceitação do Bruno foi o momento em que ele jogou a cadeira fora, foi quando notou a existência de alguém que, em algum momento demonstrou interesse nele.
Para quem está criticando o Fábio Porchat, volta para os seus filmes com finais prontos e óbvios, pra você parecer um pouco inteligente migo!
:)