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Data de lançamento
30 Abril 2015Duração
Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno (Fábio Porchat), um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Giovana Lancelotti). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê – até perceber que as pessoas ao seu redor estão desaparecendo só para ele. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e do melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará se adaptar a esse novo mundo com cada vez menos gente.
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Terminei o filme com aquela sensação de tempo perdido e de que poderia ter assistido algo melhor. Até curto o Fábio Porchat, entretanto, na maioria dos filmes que ele faz, para mim, o cara interpreta sempre o manezão pangolão escravoceta. As outras atuações poderiam ser melhores, contudo, é a mediocridade que se espera de um filme deste tipo. Além disso, eu não sei o que tem esses filmes nacionais aos quais você não consegue ouvir porra nenhuma do que eles falam. Muitas vezes tive que voltar o filme pra poder os diálogos. A trilha sonoro praticamente engolindo todas as falas.
No fim, não entendi nada. A obra tenta passar um ar de genial de subjetividade, mas entrega a estética boba e sem pé nem cabeça de curta de faculdade. Além disso, embora os alívios cômicos (que muitas vezes disfarçam a chatice dessa bomba) arranquem algum riso, todos são manjados, com piadas e situações de quinta série que envolvam cu, rola e sexo. O suco da misoginía da maioria das comédias românticas nacionais. Em resumo, a pulga atrás da minha orelha desta vez teve razão, afinal, o filme é uma bosta!
Me surpreendeu positivamente, mesmo ainda tendo alguns dos vícios ruins de filmes brasileiros.
Na cena do garçom eu dei a gargalhada mais alta que já dei assistindo um filme. Aquela cena me pegou muito.
REVENDO: Esse filme vale a pena. Gostei do enredo.
O filme prendeu a minha atenção do começo ao fim
17.06.2025
Fiquei angustiado imaginando o que eu faria se isso acontecesse comigo.