Achei que já tinham secado "Carrie" até a última gota com todas as adaptações já feitas, mas Mike Flanagan mais uma vez mostra a que veio.
A minissérie aborda temas muito relevantes - embora também já muito explorados - mas com uma roupagem nova recorrendo ao clássico. Bullying, cyberbullying, aceitação, redes, negligência, doutrinação.
A conclusão final é que - apesar de pessoalmente achar um livro "ruim" do meu autor favorito - a história não envelhece e continua cativando.
Boa obra, ótima fotografia, trilha sonora e atuações magistrais.
PS:. Confesso que a única coisa que não curti foi o multiverso adicionado no background, a la grupo de excepcionais da Eleven de Stranger Things.
Sinceramente, não gostei das escolhas narrativas dessa temporada.
Diversas referências de obras-inspiração mescladas no meio da trama do Ed Gein sem qualquer coesão, em muitos momentos que estamos engajados em um clímax. De repente a história volta para o personagem principal e já nem sabemos mais onde tinha parado.
Acho que teria sido mais bem elaborado se tivessem deixado essa parte de Psicose, O Massacre da Serra Elétrica e O Silêncio dos Inocentes no episódio final. E completamente sem necessidade ter tantos subplots tão detalhados como o de Hitchcock e Perkins, o criador do Leatherface e até o da Ilse Koch, deixaram a história completamente cansativa e tive a sensação que não se aproveitou muita coisa disso, poderia ser mais condensado.
Também ficou completamente confusa a inserção das alucinações do Ed. Não bastasse a confusão linear que essa temporada foi, em determinados momentos não era nem possível determinar o que era real ou fruto da esquizofrenia dele.
A lore da Adeline também é difícil de entender, de repente ela tem um salto brusco de mudança de personalidade que não se explica bem em momento algum.
Enfim, deixa a desejar completamente pra temporada do Dahmer e até a dos irmãos Menendez que também foi bem fantasiosa.
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Carrie: A Estranha (1ª Temporada)
3.6 157Achei que já tinham secado "Carrie" até a última gota com todas as adaptações já feitas, mas Mike Flanagan mais uma vez mostra a que veio.
A minissérie aborda temas muito relevantes - embora também já muito explorados - mas com uma roupagem nova recorrendo ao clássico. Bullying, cyberbullying, aceitação, redes, negligência, doutrinação.
A conclusão final é que - apesar de pessoalmente achar um livro "ruim" do meu autor favorito - a história não envelhece e continua cativando.
Boa obra, ótima fotografia, trilha sonora e atuações magistrais.
PS:. Confesso que a única coisa que não curti foi o multiverso adicionado no background, a la grupo de excepcionais da Eleven de Stranger Things.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 359 Assista AgoraCarol é uma das personagens mais p4u no cool que já vi. Que mulher IN SU POR TÁ VEL.
Monstro (3ª Temporada) - A História de Ed Gein
3.2 212 Assista AgoraSinceramente, não gostei das escolhas narrativas dessa temporada.
Diversas referências de obras-inspiração mescladas no meio da trama do Ed Gein sem qualquer coesão, em muitos momentos que estamos engajados em um clímax. De repente a história volta para o personagem principal e já nem sabemos mais onde tinha parado.
Acho que teria sido mais bem elaborado se tivessem deixado essa parte de Psicose, O Massacre da Serra Elétrica e O Silêncio dos Inocentes no episódio final. E completamente sem necessidade ter tantos subplots tão detalhados como o de Hitchcock e Perkins, o criador do Leatherface e até o da Ilse Koch, deixaram a história completamente cansativa e tive a sensação que não se aproveitou muita coisa disso, poderia ser mais condensado.
Também ficou completamente confusa a inserção das alucinações do Ed. Não bastasse a confusão linear que essa temporada foi, em determinados momentos não era nem possível determinar o que era real ou fruto da esquizofrenia dele.
A lore da Adeline também é difícil de entender, de repente ela tem um salto brusco de mudança de personalidade que não se explica bem em momento algum.
Enfim, deixa a desejar completamente pra temporada do Dahmer e até a dos irmãos Menendez que também foi bem fantasiosa.