Um dia, procurando por séries, escolhi aleatoriamente "Freaks and Geeks" na lista de um dos sites em que assisto. Não havia lido nada sobre. De certo, o título e a imagem me despertaram simpatia. Assisti ao primeiro episódio e, vejam só, não fiquei lá muito entusiasmada. Pensei "mais uma série previsível sobre adolescentes (norte-americanos)". Mas resolvi continuar. Quase três semanas depois de terminar a única temporada, venho aqui dizer que não poderia deixar de comentar sobre uma das melhores séries que já assisti. Não tinha noção da genialidade do enredo que se mostrou simples e realístico (e, melhor de tudo, engraçado!). A série tem momentos de interessantes auto-descobertas de cada personagem (como consequência da interação com outros personagens de personalidades e vidas tão distintas), a trilha sonora é excelente e a parte cômica não se torna forçada. No entanto, o que mais gostei, de fato, foi me deparar com várias cenas e pensar "Aconteceu assim comigo em tempos de colégio!". Frustrada com o final que deixou um gostinho de "quero mais" e "aquela saudade gostosa", procurei alguma série parecida e achei "Undeclared" (que também tem uma temporada, apresenta vários atores de "Freaks and Geeks" e tem, como diretores em comum, Feig e Apatow). Apesar de boa, a série não me causou o mesmo impacto que a primeira. Agora, só me resta rever "Freaks and Geeks"... Penso até que, se tivesse tido uma segunda temporada, eu não teria gostado tanto.
Morgan Freeman cumpriu bem seu papel. Kevin Spacey foi, sem dúvidas, o destaque. Mesmo que no filme não seja mencionado nenhum dado histórico de Doe, ainda assim Spacey conseguiu torná-lo carismático.
O desfecho com Mills assumindo o lugar do serial killer e fazendo de Doe parte de sua própria "obra de arte" foi algo que achei precisamente colocado, apesar de que a atuação do Brad Pitt deixou a desejar.
O que me incomodou foi Somerset parecer anos-luz mais sábio que Mills. Ser impulsivo até é de se entender... Mas que espécie de detetive é o Mills que pouco contribui para resolver os casos? Por que ele está ali mesmo? Ao meu ver, deveria ter existido uma melhor interação entre a dupla. Não me senti empolgada com os diálogos deles. Mesmo assim, não dá pra se tirar os merecidos elogios com relação aos cenários e ao enredo original.
Ah! E como um bom filme sobre serial killers, a situação reflete a realidade - o assassino que não tem a pena que merece e a desmistificação de que existem pessoas boas ou más ou mesmo heróis.
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
Freaks and Geeks (1ª Temporada)
4.6 552 Assista AgoraUm dia, procurando por séries, escolhi aleatoriamente "Freaks and Geeks" na lista de um dos sites em que assisto. Não havia lido nada sobre. De certo, o título e a imagem me despertaram simpatia.
Assisti ao primeiro episódio e, vejam só, não fiquei lá muito entusiasmada. Pensei "mais uma série previsível sobre adolescentes (norte-americanos)". Mas resolvi continuar.
Quase três semanas depois de terminar a única temporada, venho aqui dizer que não poderia deixar de comentar sobre uma das melhores séries que já assisti. Não tinha noção da genialidade do enredo que se mostrou simples e realístico (e, melhor de tudo, engraçado!).
A série tem momentos de interessantes auto-descobertas de cada personagem (como consequência da interação com outros personagens de personalidades e vidas tão distintas), a trilha sonora é excelente e a parte cômica não se torna forçada. No entanto, o que mais gostei, de fato, foi me deparar com várias cenas e pensar "Aconteceu assim comigo em tempos de colégio!".
Frustrada com o final que deixou um gostinho de "quero mais" e "aquela saudade gostosa", procurei alguma série parecida e achei "Undeclared" (que também tem uma temporada, apresenta vários atores de "Freaks and Geeks" e tem, como diretores em comum, Feig e Apatow). Apesar de boa, a série não me causou o mesmo impacto que a primeira.
Agora, só me resta rever "Freaks and Geeks"... Penso até que, se tivesse tido uma segunda temporada, eu não teria gostado tanto.
Seven: Os Sete Crimes Capitais
4.3 2,8K Assista AgoraMorgan Freeman cumpriu bem seu papel. Kevin Spacey foi, sem dúvidas, o destaque. Mesmo que no filme não seja mencionado nenhum dado histórico de Doe, ainda assim Spacey conseguiu torná-lo carismático.
O desfecho com Mills assumindo o lugar do serial killer e fazendo de Doe parte de sua própria "obra de arte" foi algo que achei precisamente colocado, apesar de que a atuação do Brad Pitt deixou a desejar.
O que me incomodou foi Somerset parecer anos-luz mais sábio que Mills. Ser impulsivo até é de se entender... Mas que espécie de detetive é o Mills que pouco contribui para resolver os casos? Por que ele está ali mesmo? Ao meu ver, deveria ter existido uma melhor interação entre a dupla. Não me senti empolgada com os diálogos deles.
Mesmo assim, não dá pra se tirar os merecidos elogios com relação aos cenários e ao enredo original.
Ah! E como um bom filme sobre serial killers, a situação reflete a realidade - o assassino que não tem a pena que merece e a desmistificação de que existem pessoas boas ou más ou mesmo heróis.