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Rio de Janeiro - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Isis C. S.

    Vaca amarela cagou na panela...

    É um bom filme, com uma história simples, que termina no momento certo (a maioria costuma se estender sem necessidade).

    Me identifiquei com

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    os "monstrinhos", minha audição é sensível e tenho vontade de matar gente barulhenta. rs

    O mundo seria um lugar muito melhor e agradável se as pessoas só fizessem o mínimo de barulho possível e se o som da natureza e dos bichinhos fosse mais alto que o produzido pelos seres humanos :)

    Agora as observações:

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    1- Se os "monstrinhos" morrem facilmente com um tiro na fuça e são atraídos pelo som, era só o governo atrair todos e mandar bala. Ou mesmo a família ter feito antes, já que tinha arma e equipamento de som. Bastava construir uma espécie de armadilha pra atraí-los e depois matá-los. Não sei de onde eles vêm e se continuariam chegando. Mas era só fazer isso todo dia de manhã, sei lá.

    2- Um casal hétero com 3 filhos que têm que sobreviver ao pós-apocalipse sem emitir um som resolve fazer o quê? Isso mesmo, sexo reprodutivo (pelo visto sem camisinha)! Nada melhor que engravidar (e colocar mais uma criança pra sobreviver ao "fim do mundo") numa situação dessas, não é mesmo? As cenas envolvendo o bebê são bem irreais, recém-nascidos choram o tempo todo, esse era o bebê mais quieto do universo (e sem fome, pelo visto).

    3- Aquele marido/pai não prestava. Saiu com o filho e ficou enrolando o dia todo enquanto a mulher podia parir a qualquer momento (por que não fez isso alguns meses antes????). E ainda excluiu a filha do programa, poderia ter levado ela antes (um outro dia), já que ela era a mais velha, pra ela não ficar chateada (ela ficou com toda razão). Pior de tudo é que no final a menina não ficou pra ajudar a mãe, por culpa do idiota do pai. Aliás, a cena em que ele "se sacrifica" pelas crianças é bem clichê e breguinha. Claro que chorei, mas teria achado melhor sem tanto sentimentalismo hollywoodiano (po, o bicho fica lá quietinho esperando o cara "dizer" pra filha 2 vezes que a ama, pra só depois berrar, haja paciência).

    5- To achando hilário uma galera comentando que deve ter uma sequência começando da cena em que acabou o filme. hahahaha Não é seriado, gente, é um filme. A cena acabou daquele jeito porque não tinha motivo pra se estender, terminou na hora certa. Não é porque "vão mostrar o resto da cena no segundo filme". Pelo menos espero que não seja isso, seria extremamente podre.

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  • Isis C. S.

    No início, o filme usa os preconceitos mais clichês ligados a judeus, árabes e chineses pra forçar cenas de humor (que são zero engraçadas) de forma tão repetitiva e sem contexto que dá vergonha alheia.

    O David e o Rachid são insuportáveis. O Claude pior ainda, que além de xenofóbico e racista, é extremamente machista e se refere várias vezes às filhas como propriedades dele. Passei o filme todo com pena das mulheres.

    Falando nisso, tirando a Marie e a Laure, as outras são praticamente figurantes. O filme é quase inteiramente focado nos homens e na relação entre eles. Mas todos os personagens são igualmente rasos.

    Depois surgem várias piadas racistas, não sei nem se tentaram fazer crítica, porque não vi nenhuma. Aliás, que ódio me deu

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    daquele padre rindo ao conhecer a Madaleine!

    Não sei como alguém pode achar graça/rir dessas cenas. Só passei raiva e vergonha. Ainda fizeram o pai do Charles ser insuportavelmente chato e se autointitular "racista com brancos" (como se fosse equivalente ele não querer brancos na família e a família branca não querer negros). Que lixo essa tentativa de enfiar um "racismo reverso" na história...

    No final surge o minidrama hétero forçadão "ai nossas famílias não aceitam nosso casamento, meus pais vão se separar por nossa causa (????), não podemos ficar juntozzZZZ" (pergunta se algum casal homossexual, pra se casar, depende das famílias aceitarem e planejarem uma festa juntas? hahahaha). Às vezes eu realmente acho que mulher só se casa com homem pra fazer uma festa e ter o status público de "casada"...

    E aí tem a cena mais clichê e batida possível (só pra forçar um "clímax" de final de filme):

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    a mulher indo embora e "os que causaram a confusão" indo atrás pra trazer ela de volta

    . O que esse filme definitivamente não tem é criatividade. E graça. E bom senso.

    Únicos pontos positivos: 1- a evolução pessoal da Marie (o fato de ela querer entender o próprio racismo e melhorar). 2- A relação fofa da Marie com a Madaleine ♥ (torci para os respectivos maridos pedirem o divórcio e elas ficarem juntas). Infelizmente não aconteceu. :(

    Ponto "curioso" (escroto, porém realista): na dinâmica geral familiar os homens só conversam entre si e as mulheres entre elas. Héteros são esquisitos demais mesmo.

    Enfim, resumindo: filme sem graça, clichê, raso, racista (!!!), em que praticamente não se ouve a voz da maioria das mulheres, com personagens chatos, e que usa as "diferentes etnias e religiões" só pra fazer aquelas velhas piadinhas de mau gosto que ninguém aguenta mais e no final mostrar que "somos todos iguais, vamos nos amar rs". ATA

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  • Isis C. S.

    Muito bem construída a personagem da Elie. A história é bem legal, tirando alguns clichês e atuações caricatas de personagens secundários. Mas o pior foi a forma que escolheram de criar uma tensão, com a parada da

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    execução agendada da menina (direitos humanos, alôu????), ainda mais depois de apenas 1 ano de estudo/tentativa de entendê-la e ajudá-la. E o prazo que o psicólogo tinha (de "algumas horas") pra fazer o trabalho.

    Achei muita viagem e forçação... O filme poderia ter o mesmo desenvolvimento e desfecho (até mais trabalhados/menos corridos) sem isso. Mesmo assim gostei bastante e recomendo, principalmente pra quem curte psicologia. :)

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