O começo do filme super parecido com o de O Iluminado já meio que dita o tom de violência psicológica... Os dois caras (Peter, Paul, Tom, Jerry, Toby, whatever) são bem Alex de Laranja Mecânica, com sua alegria na violência. Isso já meio que te cria uma expectativa do filme: não espere ver cenas de mutilação à lá Jogos mortais, o negócio aqui é mais sutil e psicológico.
A cena do controle desestruturou minha vida, junto com aquele diálogo final, mas depois de um temp(ã)o percebi que, pô, o cara fala com o espectador sem o menor pudor, olhando diretamente com a câmera. Quem é que está no jogo ali, a família ou a gente? Quem é que eles estão violentando? Num certo ponto, quando a gente percebe nossa frustração por não ver nenhuma cena de violência explícita diretamente, dá até pra sentir repulsa de si mesmo. Daí quando a gente finalmente vê a tal da violência, tem a cena do controle: será que era isso mesmo que a gente queria ver, os dois se dando mal e um final feliz? E no dialogo final, onde a gente recebe um discursinho sobre realidade, ficção, buracos negros, e blablablá, achei que significava que eles nada mais são do que produtos irreais inseridos numa ficção dentro de uma realidade, tipo, produtos da nossa cabeça dentro de uma projeção da realidade (um filme), numa viajada meio de Blow-Up, e que os psicopatas, sádicos e violentos gratuitamente somos nós. Viajei?
Começa prometendo ser um filme bom, mas se perde totalmente do meio pro fim. Afinal, o cara imaginou tudo ou foi real? Só valeu mesmo a pena pela linda derriere do Cristian Bale.
Violência Gratuita
3.4 1,3K Assista AgoraO começo do filme super parecido com o de O Iluminado já meio que dita o tom de violência psicológica... Os dois caras (Peter, Paul, Tom, Jerry, Toby, whatever) são bem Alex de Laranja Mecânica, com sua alegria na violência. Isso já meio que te cria uma expectativa do filme: não espere ver cenas de mutilação à lá Jogos mortais, o negócio aqui é mais sutil e psicológico.
A cena do controle desestruturou minha vida, junto com aquele diálogo final, mas depois de um temp(ã)o percebi que, pô, o cara fala com o espectador sem o menor pudor, olhando diretamente com a câmera. Quem é que está no jogo ali, a família ou a gente? Quem é que eles estão violentando? Num certo ponto, quando a gente percebe nossa frustração por não ver nenhuma cena de violência explícita diretamente, dá até pra sentir repulsa de si mesmo. Daí quando a gente finalmente vê a tal da violência, tem a cena do controle: será que era isso mesmo que a gente queria ver, os dois se dando mal e um final feliz? E no dialogo final, onde a gente recebe um discursinho sobre realidade, ficção, buracos negros, e blablablá, achei que significava que eles nada mais são do que produtos irreais inseridos numa ficção dentro de uma realidade, tipo, produtos da nossa cabeça dentro de uma projeção da realidade (um filme), numa viajada meio de Blow-Up, e que os psicopatas, sádicos e violentos gratuitamente somos nós. Viajei?
Psicopata Americano
3.7 2,0K Assista AgoraComeça prometendo ser um filme bom, mas se perde totalmente do meio pro fim. Afinal, o cara imaginou tudo ou foi real? Só valeu mesmo a pena pela linda derriere do Cristian Bale.
Moça com Brinco de Pérola
3.6 427Fotografia maravilhosa!
O Casamento do Meu Ex
2.3 831Aquela velha história do filme com elenco ótimo, proposta boa e péssimo roteiro.