Em relação a homenagem a Hollywood? um espetáculo, aos atores, interpretação e fotografia? talento de sobra, mas no quesito desenvolvimento... a historia não nos leva a lugar nenhum, eu chamaria de pequenos círculos que se fecham mas não se conecta, como por exemplo o drama do DiCaprio em relação a carreia de seu personagem, e isso a gente entende, sua narrativa está nos mostrando isso, mas de modo geral, não se conecta com o personagem do Brad Pitt ou com Margot Robbie por exemplo, o filme em si não se conversa, e isso causa uma sensação estranha que estamos vendo uma salada de cenas.
O filme retrata o tabu da descoberta sexual no século 21, o que seria o dia a dia do jovem, desde o momento do ocorrido, como a vergonha e o não saber explicar o porquê ocorreu, a raiva do que não se entende e tem medo, até o meio escolar, inserindo o bullying na discussão e a tratativa dos pais em relação ao o que ocorre durante as cenas, como a violência, por exemplo. Para quem assiste o longa esperando apenas uma historia bonitinha de dois gays se descobrindo, vai quebrar a cara e acabar se decepcionando, o filme retrata justamente o oposto, a descoberta sexual é o tema central aqui, então é necessário uma mente aberta para entender seu protagonista Franky (Josh Wiggins), possivelmente um bissexual, ele se irrita com todos achando que ele é gay por se tratar de algo que ele ainda não entende, ele pode se atrair por garotos e garotas, e apressar e rotular sua sexualidade é prematuro, explorar é viável, ainda mais a mente confusa, por isso não é um filme de romance, é um filme para refletir, tanto que no fim, a gente se pergunta o que ele realmente é, Bi? Gay? Hetero? Devemos nos lembrar que no quesito sexual, existe outras vertentes, e aqueles que entende esse fato, consegue criar sua interpretação, e muita das vezes até mesmo se identificar. E se lembrar que o B de LGBT não significa Beyonce.
Era Uma Vez em... Hollywood
3.8 2,3K Assista AgoraEm relação a homenagem a Hollywood? um espetáculo, aos atores, interpretação e fotografia? talento de sobra, mas no quesito desenvolvimento... a historia não nos leva a lugar nenhum, eu chamaria de pequenos círculos que se fecham mas não se conecta, como por exemplo o drama do DiCaprio em relação a carreia de seu personagem, e isso a gente entende, sua narrativa está nos mostrando isso, mas de modo geral, não se conecta com o personagem do Brad Pitt ou com Margot Robbie por exemplo, o filme em si não se conversa, e isso causa uma sensação estranha que estamos vendo uma salada de cenas.
Pequenos Gigantes
3.4 71O filme retrata o tabu da descoberta sexual no século 21, o que seria o dia a dia do jovem, desde o momento do ocorrido, como a vergonha e o não saber explicar o porquê ocorreu, a raiva do que não se entende e tem medo, até o meio escolar, inserindo o bullying na discussão e a tratativa dos pais em relação ao o que ocorre durante as cenas, como a violência, por exemplo.
Para quem assiste o longa esperando apenas uma historia bonitinha de dois gays se descobrindo, vai quebrar a cara e acabar se decepcionando, o filme retrata justamente o oposto, a descoberta sexual é o tema central aqui, então é necessário uma mente aberta para entender seu protagonista Franky (Josh Wiggins), possivelmente um bissexual, ele se irrita com todos achando que ele é gay por se tratar de algo que ele ainda não entende, ele pode se atrair por garotos e garotas, e apressar e rotular sua sexualidade é prematuro, explorar é viável, ainda mais a mente confusa, por isso não é um filme de romance, é um filme para refletir, tanto que no fim, a gente se pergunta o que ele realmente é, Bi? Gay? Hetero?
Devemos nos lembrar que no quesito sexual, existe outras vertentes, e aqueles que entende esse fato, consegue criar sua interpretação, e muita das vezes até mesmo se identificar. E se lembrar que o B de LGBT não significa Beyonce.