Como Western é um dos meus gêneros favoritos, sou suspeito em dizer que gostei bastante da série. Não é perfeita, mas me agradou bastante. Godless desponta como uma série diferente, no meio de tanta obra superestimada que a Netflix anda lançando recentemente. E apesar do marketing ter vendido ela de outra forma, eu não fiquei desapontado. Inclusive prefiro-a do jeito que ela é.
Os dois primeiros capítulos possuem muitos um pouco entediantes, mas nada que não possa ser relevado. A partir do terceiro capítulo o enredo vai ganhando mais forma e finalmente começa a crescer, de tal forma que deste capítulo em diante eu fiquei completamente imerso na história, nos detalhes, nos núcleos, tudo.
E por falar em personagens, apesar de alguns estarem ali só para encherem linguiça, a maioria é até que bem desenvolvida e muitos deles são bastantemente carismáticos, em especial o Frank. Frank Griffin é de longe o melhor personagem da série. Ele é o sinônimo de cara foda. O protagonista, no entanto, embora eu tenda a gostar de personagens com este tipo de personalidade, em alguns momentos ele conseguiu me aborrecer. Mas ele é gostoso, então o resto não importa.
Outro ponto importante que eu preciso destacar é de como a série conseguiu unir bem a ''testosterona'' típica dos antigos filmes de velho oeste junto ao 'emponderamento feminino'. Existem muitas personagens femininas em destaque, e são personagens fortes, sem ser algo forçado ou exagerado. É até palatável e condizente, haja vista o contexto da época em que a história se passa.
Um dos poucos poréns é o didatismo de alguns diálogos. O roteiro em alguns momentos possui um tom explicativo (alguns necessários, outros nem tanto). Scott Frank andou tendo aulas com nosso querido e amado Nolan? -q
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Godless
4.2 235 Assista AgoraComo Western é um dos meus gêneros favoritos, sou suspeito em dizer que gostei bastante da série. Não é perfeita, mas me agradou bastante. Godless desponta como uma série diferente, no meio de tanta obra superestimada que a Netflix anda lançando recentemente. E apesar do marketing ter vendido ela de outra forma, eu não fiquei desapontado. Inclusive prefiro-a do jeito que ela é.
Os dois primeiros capítulos possuem muitos um pouco entediantes, mas nada que não possa ser relevado. A partir do terceiro capítulo o enredo vai ganhando mais forma e finalmente começa a crescer, de tal forma que deste capítulo em diante eu fiquei completamente imerso na história, nos detalhes, nos núcleos, tudo.
E por falar em personagens, apesar de alguns estarem ali só para encherem linguiça, a maioria é até que bem desenvolvida e muitos deles são bastantemente carismáticos, em especial o Frank. Frank Griffin é de longe o melhor personagem da série. Ele é o sinônimo de cara foda. O protagonista, no entanto, embora eu tenda a gostar de personagens com este tipo de personalidade, em alguns momentos ele conseguiu me aborrecer. Mas ele é gostoso, então o resto não importa.
Outro ponto importante que eu preciso destacar é de como a série conseguiu unir bem a ''testosterona'' típica dos antigos filmes de velho oeste junto ao 'emponderamento feminino'. Existem muitas personagens femininas em destaque, e são personagens fortes, sem ser algo forçado ou exagerado. É até palatável e condizente, haja vista o contexto da época em que a história se passa.
Um dos poucos poréns é o didatismo de alguns diálogos. O roteiro em alguns momentos possui um tom explicativo (alguns necessários, outros nem tanto). Scott Frank andou tendo aulas com nosso querido e amado Nolan? -q