Não vou dizer que é uma obra superestimada, até porque não acredito que tal coisa exista, apenas não senti nela algo que tenha força dramática, algo que seja forte o suficiente para dar sustância a obra. Uma obra não precisa ser grandiosa, ou até mesmo grandiloquente. Basta ter algo, um elemento que mostre a força, a necessidade da existência daquela obra. E claro, seja artisticamente e cinematograficamente bem feito. O paragrafo anterior pode até ter dado a impressão de que achei o filme medíocre mas a realidade é um pouco diferente. Do ponto de vista artístico é uma obra interessante. Particularmente eu gosto da decisão do diretor(Michael Curtiz) de determinar o sentimento que povoa a cena com o uso de close em seus atores fazendo expressões que vão de orgulha à surpresa e a iluminação, exemplo a cena onde Rick se embebeda após reencontrar Ilsa onde ele se encontra num ambiente povoado por sombras, refletindo dessa forma o estado de espírito do personagem tanto que quando ela vai vista-lo um luz a ilumina por trás encanto ela caminha em direção a ele. Um recurso interessante como substituto da trilha sonora - apesar dessa se fazer presente. Além dos méritos de direção(de fotografia, soberba, também) já citados, vale destacar a beleza plástica de vários planos, vide o que encerra o longa ou as cenas parisiense. O seu roteiro é simples porem se destaca por seus diálogos, inventivos capazes de despertar um sorriso no rosto dos cinéfilos. Um dos maiores problemas do filme são os coadjuvantes não aproveitados como Yvonne e o batedor de carteiras. Contudo, além desses todos os personagens principais são suficientemente bem construidos.
Casablanca
4.3 1,1K Assista AgoraNão vou dizer que é uma obra superestimada, até porque não acredito que tal coisa exista, apenas não senti nela algo que tenha força dramática, algo que seja forte o suficiente para dar sustância a obra. Uma obra não precisa ser grandiosa, ou até mesmo grandiloquente. Basta ter algo, um elemento que mostre a força, a necessidade da existência daquela obra. E claro, seja artisticamente e cinematograficamente bem feito.
O paragrafo anterior pode até ter dado a impressão de que achei o filme medíocre mas a realidade é um pouco diferente. Do ponto de vista artístico é uma obra interessante. Particularmente eu gosto da decisão do diretor(Michael Curtiz) de determinar o sentimento que povoa a cena com o uso de close em seus atores fazendo expressões que vão de orgulha à surpresa e a iluminação, exemplo a cena onde Rick se embebeda após reencontrar Ilsa onde ele se encontra num ambiente povoado por sombras, refletindo dessa forma o estado de espírito do personagem tanto que quando ela vai vista-lo um luz a ilumina por trás encanto ela caminha em direção a ele. Um recurso interessante como substituto da trilha sonora - apesar dessa se fazer presente.
Além dos méritos de direção(de fotografia, soberba, também) já citados, vale destacar a beleza plástica de vários planos, vide o que encerra o longa ou as cenas parisiense. O seu roteiro é simples porem se destaca por seus diálogos, inventivos capazes de despertar um sorriso no rosto dos cinéfilos.
Um dos maiores problemas do filme são os coadjuvantes não aproveitados como Yvonne e o batedor de carteiras. Contudo, além desses todos os personagens principais são suficientemente bem construidos.
Cantando na Chuva
4.4 1,1K Assista AgoraNada mais que divino