Aronofsky somente realizou uma releitura bíblica, e pronto. Não tem nada de genial nisso, é apenas presunçoso achar que pode fazer uma releitura bíblica, em 121 minutos.
O primeiro e segundo ato são interessantes, pois é feito na sutileza e em meio ao caos que está acontecendo, não se percebe muito qual o proposito da história. Isso é a única coisa, junto com a Jannifer Lawrence, que eu aprecio no filme.
Porém quando chega o terceiro, o diretor consegue exagerar tudo à 100 potência, jogar excesso de simbolismo, tornando toda história mais obvia do que já era, até chegar ao ápice de Ele dizer quem era, caso alguém não tivesse entendido ainda.
Mãe!
4.0 3,9K Assista AgoraO filme mais overrated e presunçoso de 2017.
Aronofsky somente realizou uma releitura bíblica, e pronto. Não tem nada de genial nisso, é apenas presunçoso achar que pode fazer uma releitura bíblica, em 121 minutos.
O primeiro e segundo ato são interessantes, pois é feito na sutileza e em meio ao caos que está acontecendo, não se percebe muito qual o proposito da história. Isso é a única coisa, junto com a Jannifer Lawrence, que eu aprecio no filme.
Porém quando chega o terceiro, o diretor consegue exagerar tudo à 100 potência, jogar excesso de simbolismo, tornando toda história mais obvia do que já era, até chegar ao ápice de Ele dizer quem era, caso alguém não tivesse entendido ainda.